(...)
E assim foi, do jeito combinado. Fui buscá-la, arrancá-la dos braços já saudosos das amigas que, em profusos abraços e juras de breve reencontro, se despediam. Lindo. Dei o tempo que mereciam. Minutos preciosos pois pouco tempo teríamos para nós dois.
Fomos parar num oásis, no meio de um bairro feio e sem graça. Qual lagoa cercada de palmeiras no meio de um deserto, aquele lugar nos acolheu e ali fizemos nosso temporário templo das tentações. Realização. Hormônios fluindo. Corações pulsando forte. Despojados de pertences acessórios, nos beijamos loucamente. Aos poucos, as roupas foram cedendo aos desejos. Uma camisa aqui, outra ali, sapatos fugindo dos pés.
Tive a honra de tirar a calça dela e disfarcei, estupefato, meu deleite com a cena que vi. Lindas coxas e exibiam, docemente evelopadas num belo par de negras meias 7/8! Sorriso bobo no rosto, satisfação no peito ao constatar: ela me deu isso de presente, sua produção. Linda. Espetáculo de sensualidade diante de meus derretidos olhos.
Beijos, pele, carícias, química. Mãos roçando rendas e curvas. Corpos se entrelaçando numa dança que levantava a temperatura. Finalmente o que ainda sobrava de roupa se foi, exceto pelas lindas e sensuais meias pretas. Minha mão, depois de longos passeios pelo corpo dela, chegaram ao seu sexo e foi extasiante encontrá-lo todo molhado, cheio de desejo, esperando ser penetrado.
Meus dedos brincaram ali algum tempo, enlouquecendo-a aos poucos, enquanto minha boca percorria outras curvas: pescoço, colo, ombros, seios. Lambi tudo o que estava ao alcance da minha ávida língua. Delícia. Saboreei cada curva, cada canto.
Finalmente, depois de muito conter desejos, meu sexo enrijecido a penetrou. Ela deitada, com as pernas me acolhendo, eu por cima, devorando-a com o olhos, com a boca, com meu ser. Gemidos, suspiros, prazer.
Seguiram-se muitos e muitos movimentos ritmados, muito entra e sai, variadas posições: ela virou de bruços, empinando sua maravilhosa bunda, oferecendo-a provocantemente – imediatamente aceitei. Depois de quatro. Depois cedi à fome e desci com minha boca na sua fonte de mel e a devorei gulosamente, até ela não aguentar mais. Que delícia carnuda, suculenta, apetitosa, cheirosa! Me deleitei num banquete inebriante.
Num dado momento, me sentei na beira da cama. Ela empurrou meu peito, me deitando, virou-se de costas e foi sentando, se encaixando, me fazendo delirar com aquela linda visão. Que costas, que bunda... Aí começou o rebolado. Sensual, provocante, exibido, me levando à loucura total. Era como se a vida que em mim pulsava passasse toda naquele encontro de corpos, ritmada por aqueles movimentos incríveis.
Ela se levantou, me lançou um olhar safado, virou de frente para mim e, sem me deixar sair do lugar, ajoelhou-se sobre meu corpo, encaixando-se novamente. Minhas mãos viajavam por suas curvas, acariciando suas coxas, apertando seus seios. Atendendo ao chamado destes, me sentei e chupei seus lindos bicos – primeiro um, depois o outro. Ficamos assim uma curta eternidade, ela ajoelhada, encaixada em mim, eu sentado beijando-a e abraçando-a com força até que ela estremeceu, num delicioso orgasmo musicado por suspiros e gemidos deliciosos.
Depois de alguns segundos de quietude, continuei me movendo dentro dela, ainda cheio de tesão, e mais enlouquecido ainda pelo prazer dela. Meus movimentos ficaram mais vigorosos, empolgados. Os braços dela envolviam meu pescoço, nossas bocas se beijavam ardentemente. Agarrei suas coxas e me levantei, carregando-a no colo até encostar na parede. Ali, em pé, segurando quelas maravilhosas coxas em minhas mãos, apreciando as famosas meias, minha cabeça encostada em seu peito, eu dava estocadas mais e mais fortes. Respiração acelerada, suor escorrendo pelas costas, eu estava entregue àquele prazer inenarrável. Meu sexo, duro como pedra, explodiu dentro dela num fantástico gozo. Momentos de prazer intenso, usufruidos como quem sobe à superfície depois de minutos sem respirar debaixo d'água. Corpo tenso, músculos trêmulos, inspiração longa. Pele com pele.
Cama, lençóis, corpos moles, largados, se abraçando. Sorrisos bobos, carícias soltas passeando, ecos do prazer animal recém vivido.
E depois? rsrsrs
Conto não!
:p
Carpe diem!!!
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5 comentários:
Confesso que fiquei molhada com esses seus dois posts, caracolisssss... que delicia, isso tah bom de postar na contos eróticos... perfeito, tu tem um jeito com as palavras que as transforma em mágica, percebeu? Enfim, falando do dia em si, acredito que foi mto importante pra moça das meias negras...srsrs, ela deve ter ficado feliz e realizada assim como vc ficou, e com gostinho de quero MAIS... mto MAIS... beijos meu nutellinho, eu te adoro, mais que ontem, e menos que amanhã, SEMPREEEEEEE!!!!!
É tão dificil escrever (e descrever) sobre o tema sem ficar piegas.
Parabéns, gostei do que li.
Amigo, vc e a moça em questão se superaram, dignos de um parabéns,perdi o fôlego!
teu jeito de narrar seu devaneio foi mais que perfeito!
Que essa chama es mantenha acesa sempre...;)
Karaio, brother! eu nem acreditava
Me apresenta a gatinha?
Parab�ns pelo texto, t� show.
lindo, puro, cativante...
Sim! Você sabe usar as palavras como ninguém ah! mas isso você já sabia... e... bom... o resto você também já sabe, não? De toda admiração que tenho por você...
...be happy...
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