Noite fria. Sozinho, sem companhia, saio pra jantar fora. Quem sabe alguma oportunidade se apresenta? Cansado do longo dia vou para a rua, caminhar enfrentando o frio gelado que castiga meu rosto. Poucas chances reais de que algo mágico aconteça - precisaria muita mágica! Mas vou, disposto a aproveitar o que me for possível.
Vou ao local indicado. Na moda, bem frequentado, difil de pegar mesa sem ter reserva. Como estou sozinho acabo conseguindo uma, num cantinho. A primeira impressão do lugar foi boa: fiquei com vontade de comer a hostess. Bonitinha, gatinha, sorrisodeaeromoça. Mas obviamente sem graça. Mais fria que o vento da rua.
Sento estrategicamente olhando para o salão, apreciando a vista. Poucas mulheres bonitas, mais gente séria, menos gente animada. Peço a comida e um vinho. Uma massa ao funghi, deliciosa. Veio bem preparada, saborosíssima. E o vinho, delicioso.
Vinho tinto. Tudo de bom. Apesar de não ser minha bebida favorita, tem horas que nada há no mundo como um bom vinho. Relaxa os músculos, aquece o corpo, anima o sangue nas veias. Gera um certo clima de festa no corpo. As tensões se soltam, sobe um leve rubor à face, acompanhado de uma tímida e pequena (mas visível) sensação de alegria.
Perspectivas mudam, sob o tinto efeito. Observo o mundo em minha volta com os novos olhos. Observo as curvas da garçonete, sob o uniforme pouco sensual. Poderia convidá-la a vir comigo depois do expediente, oferecer minha enorme cama e trocar prazer a noite toda. A hostess passa levando clientes para outra mesa. Muito mais atraente que a garçonete, claro.
A calça justa deixa ver a bunda, como se a estivesse exibindo numa vitrine - especialmente para os voyeurs como eu. A cintura fina fica evidenciada, dando vontade de passar o braço ali e puxar o corpo contra o meu! E segurando desse jeito, enfiar a outra mão pelo decote, que já tem um botão aberto insinuando um lindo decote. Bastaria abrir mais um e... pronto! Caminho livre para o prazer do tato, para a mão que invade, acariciando o colo, o contorno dos seios, afastando o soutien e chegando aos bicos, tocando com suavidade. A boca beijaria a dela, num beijo profundo, línguas se enroscando enlouquecidamente...
Ok, meu prato. Sim, estava ótimo. Devorei a comida como que devora a moça. Foi bom. E o vinho foi ótimo!
Voltei ao frio, fechando a gola do casaco...
Chego ao hotel, tiro a roupa, deixando a imaginação solta. Adentro a gigantesca e solitária cama king size, e...
Como o vinho faz bem!!!!!!
carpe diem
quinta-feira, 30 de agosto de 2007
domingo, 26 de agosto de 2007
Amanhecer 2
Amanhecer
Ruas vazias, céu ainda escuro. O horizonte delata as intenções do sol de aparecer novamente por este lado da Terra. Clareia aos poucos, a madrugada cede espaço a um novo dia. Mesmo a essa hora, nas avenidas e na estrada carros circulam apressados. Mas a paisagem rouba a cena. Um degradê toma o céu, variando do mais escuro lá no alto, até uma vermelhidão crescente no nascente. Aqui e ali alguma estrela ainda insiste em brilhar, enfrentando corajosamente a claridade que se aproxima.
Novamente a estrada é minha. É meu chão, meu pedaço de mundo. Novamente, como no mês passado, estou indo ao encontro de alguém especial. Mesmo não sendo a primeira vez com ela, uma excitação toma conta de mim desde a véspera. A saudade tempera o clima que vai se formando.
Finalmente, depois de curta viagem, o esperado encontro. Sorrisos profusos, abraço apertado, palavras de carinho, beijo gostoso. Bom rever... visual lindo, cheiro gostoso, simpatia, sedução – tudo de bom! Amenidades na conversa e destino ao hotel.
Mas foi no quarto que veio a sensação mais gostosa. Realização, simples alegria de estar ali, tesão, desejo. Ali os abraços foram mais apertados, os beijos mais famintos, os olhares mais safados. Ali demos lugar às carícias, aos apertos, aos sorrisos sem-vergonha.
A vida é feita desses momentos. Dos mais simples também, mas principalmente desses.
No meio dos amassos, nos atiramos na cama. O tesão foi roubando a cena, como o sol que conquista o dia. Dei liberdade a minha boca para que beijasse à vontade. Beijei a boca dela, o rosto, o queixo, o pescoço. Uma por uma, as roupas foram caindo, enquanto eu apreciava cada pedaço do corpo dela que aparecia. Em pouco tempo estávamos nus. Pele roçando com pele, curtindo cada toque, dos pés à cabeça.
Minha boca voltou a beijar, avidamente percorrendo as lindas curvas dela – só que agora sem empecilhos no caminho. Pele, pele e mais pele. Pescoço, ombros, braços, peitos (hummmm, peitos!), barriga, umbigo, virilha... Coxas, virilha... Sexo.
Sexo. Poucas coisas são tão gostosas quanto uma boceta molhada, cheia de desejo (nutella talvez). Me deliciei ali. Lambi e chupei o quanto quis. Bebi do mel que ela me oferecia, me deleitando. Até que meu membro falou mais alto. Ele já estava duro, cheio de vontade de meter.
Antes, porém, ela me deitou, beijou minha boca com desejo, sentindo o próprio gosto, segurou meu sexo com a mão, apertando, e deu liberdade à boca dela. Primeiro me beijou, rodeando o mastro que ela agarrava. Foi chegando perto aos poucos, até cair de boca nele. Que delícia!!!!!!!!!!!!
As mãos dela jogavam junto com a boca em movimentos enlouquecedores, me tirando do mundo e me levando para um lugar só de prazer. No meio do meu delírio, inverti posições e, com ela deitada diante de mim, de pernas maravilhosamente abertas, comecei a provocar. Rocei meu membro no grelo dela, fiquei na pontinha, fingi que ia entrar e saí – só provocando. Ela me acusou (infundadamente) de ser malvado. Trocamos sorrisos safados e entrei nela de uma vez. Tradicionais movimentos de vai e vem, ainda ajoelhado ne frente dela, passando as mãos por todos os lados, apreciando o visual. Depois deitei em cima dela, me afundando em seu pescoço, metendo com mais força.
Me deleitei com cada movimento, com cada suspiro dela, com cada sensação, com cada gemido. Tesão total. Puro desejo. Ela virou de costas, empinando sua maravilhosa bunda e meti de novo. E muito. Depois de quatro, então ela em cima de mim, e finalmente ela sentada de costas.
Ela parou tudo e me pediu para deitar na beira da cama com os pés no chão. Eu sorri, sem vergonha. Sabia o que vinha. A famosa rebolada. Nosssssssaaaaaaa!!!

Amanhecer de muito prazer. Amanhecer de matar saudades, de trepar e de gozar. De curtir nutella juntos, de sorrir. Quando saimos do lugar – os dois com compromissos marcados no mundo exterior – o sol brilhava naquela agradável manhã de domingo. Deixei-a no local combinado e nos despedimos, sorrindo.
Há quem pergunte: acordar às cinco da manhã, depois de uma noite mal dormida, atravessar quilômetros e quilômetros, arriscar... Vale a pena? Com certeza respondo: vale! Claro que vale!
Na volta, paro num café. Dos bons. Peço um croissant e um capuccino. Ligo meu notebook e deixo rolar palavras que fluem pelo teclado até a telinha branca. Chega um pequeno prato com um grande croissant. Um delicioso aroma invade minhas narinas, inundando meu ser. Interrompo o que escrevia para relatar este momento único. Componentes de uma experiência: o cheiro, o visual, a textura, a consistência... e o gosto. Chega o capuccino para se juntar ao evento.
Delícia.
Enquanto reflito sobre minha fantástica manhã, penso em como encaro a vida atualmente. Resumindo, é o seguinte: ignoro as falhas e aprecio o que é bom. Se a bunda é mais bonita que os seios, em vez de criticar estes, olho a bunda. Se há uma estria, ignoro; se há uma imperfeição, olho as partes perfeitas. Busco a beleza onde quer que ela esteja e é nela que eu foco. Se o croissant é meio massudo, foco no cheiro, misturo café, busco a melhor maneira de apreciar, tirando o maior proveito possível.
Lembra a história da taça meio vazia ou meio cheia? Pois é, não posso dizer que minha taça esteja sempre meio cheia. Afinal, às vezes ela está totalmente cheia!
Carpe diem!
Ruas vazias, céu ainda escuro. O horizonte delata as intenções do sol de aparecer novamente por este lado da Terra. Clareia aos poucos, a madrugada cede espaço a um novo dia. Mesmo a essa hora, nas avenidas e na estrada carros circulam apressados. Mas a paisagem rouba a cena. Um degradê toma o céu, variando do mais escuro lá no alto, até uma vermelhidão crescente no nascente. Aqui e ali alguma estrela ainda insiste em brilhar, enfrentando corajosamente a claridade que se aproxima.
Novamente a estrada é minha. É meu chão, meu pedaço de mundo. Novamente, como no mês passado, estou indo ao encontro de alguém especial. Mesmo não sendo a primeira vez com ela, uma excitação toma conta de mim desde a véspera. A saudade tempera o clima que vai se formando.
Finalmente, depois de curta viagem, o esperado encontro. Sorrisos profusos, abraço apertado, palavras de carinho, beijo gostoso. Bom rever... visual lindo, cheiro gostoso, simpatia, sedução – tudo de bom! Amenidades na conversa e destino ao hotel.
Mas foi no quarto que veio a sensação mais gostosa. Realização, simples alegria de estar ali, tesão, desejo. Ali os abraços foram mais apertados, os beijos mais famintos, os olhares mais safados. Ali demos lugar às carícias, aos apertos, aos sorrisos sem-vergonha.
A vida é feita desses momentos. Dos mais simples também, mas principalmente desses.
No meio dos amassos, nos atiramos na cama. O tesão foi roubando a cena, como o sol que conquista o dia. Dei liberdade a minha boca para que beijasse à vontade. Beijei a boca dela, o rosto, o queixo, o pescoço. Uma por uma, as roupas foram caindo, enquanto eu apreciava cada pedaço do corpo dela que aparecia. Em pouco tempo estávamos nus. Pele roçando com pele, curtindo cada toque, dos pés à cabeça.
Minha boca voltou a beijar, avidamente percorrendo as lindas curvas dela – só que agora sem empecilhos no caminho. Pele, pele e mais pele. Pescoço, ombros, braços, peitos (hummmm, peitos!), barriga, umbigo, virilha... Coxas, virilha... Sexo.
Sexo. Poucas coisas são tão gostosas quanto uma boceta molhada, cheia de desejo (nutella talvez). Me deliciei ali. Lambi e chupei o quanto quis. Bebi do mel que ela me oferecia, me deleitando. Até que meu membro falou mais alto. Ele já estava duro, cheio de vontade de meter.
Antes, porém, ela me deitou, beijou minha boca com desejo, sentindo o próprio gosto, segurou meu sexo com a mão, apertando, e deu liberdade à boca dela. Primeiro me beijou, rodeando o mastro que ela agarrava. Foi chegando perto aos poucos, até cair de boca nele. Que delícia!!!!!!!!!!!!
As mãos dela jogavam junto com a boca em movimentos enlouquecedores, me tirando do mundo e me levando para um lugar só de prazer. No meio do meu delírio, inverti posições e, com ela deitada diante de mim, de pernas maravilhosamente abertas, comecei a provocar. Rocei meu membro no grelo dela, fiquei na pontinha, fingi que ia entrar e saí – só provocando. Ela me acusou (infundadamente) de ser malvado. Trocamos sorrisos safados e entrei nela de uma vez. Tradicionais movimentos de vai e vem, ainda ajoelhado ne frente dela, passando as mãos por todos os lados, apreciando o visual. Depois deitei em cima dela, me afundando em seu pescoço, metendo com mais força.
Me deleitei com cada movimento, com cada suspiro dela, com cada sensação, com cada gemido. Tesão total. Puro desejo. Ela virou de costas, empinando sua maravilhosa bunda e meti de novo. E muito. Depois de quatro, então ela em cima de mim, e finalmente ela sentada de costas.
Ela parou tudo e me pediu para deitar na beira da cama com os pés no chão. Eu sorri, sem vergonha. Sabia o que vinha. A famosa rebolada. Nosssssssaaaaaaa!!!
Amanhecer de muito prazer. Amanhecer de matar saudades, de trepar e de gozar. De curtir nutella juntos, de sorrir. Quando saimos do lugar – os dois com compromissos marcados no mundo exterior – o sol brilhava naquela agradável manhã de domingo. Deixei-a no local combinado e nos despedimos, sorrindo.
Há quem pergunte: acordar às cinco da manhã, depois de uma noite mal dormida, atravessar quilômetros e quilômetros, arriscar... Vale a pena? Com certeza respondo: vale! Claro que vale!
Na volta, paro num café. Dos bons. Peço um croissant e um capuccino. Ligo meu notebook e deixo rolar palavras que fluem pelo teclado até a telinha branca. Chega um pequeno prato com um grande croissant. Um delicioso aroma invade minhas narinas, inundando meu ser. Interrompo o que escrevia para relatar este momento único. Componentes de uma experiência: o cheiro, o visual, a textura, a consistência... e o gosto. Chega o capuccino para se juntar ao evento.
Delícia.
Enquanto reflito sobre minha fantástica manhã, penso em como encaro a vida atualmente. Resumindo, é o seguinte: ignoro as falhas e aprecio o que é bom. Se a bunda é mais bonita que os seios, em vez de criticar estes, olho a bunda. Se há uma estria, ignoro; se há uma imperfeição, olho as partes perfeitas. Busco a beleza onde quer que ela esteja e é nela que eu foco. Se o croissant é meio massudo, foco no cheiro, misturo café, busco a melhor maneira de apreciar, tirando o maior proveito possível.
Lembra a história da taça meio vazia ou meio cheia? Pois é, não posso dizer que minha taça esteja sempre meio cheia. Afinal, às vezes ela está totalmente cheia!
Carpe diem!
terça-feira, 21 de agosto de 2007
Amanhecer
O dia amanhecia.
Ele se levantou para espreguiçar. Foi ao banheiro. Ao voltar, olhou para a cama e a viu ali, adormecida. Ela estava deitada de lado, com uma perna mais dobrada, as mãos perto do rosto. A tênue luz que entrava pela janela entreaberta ressaltava sua pele nua, empalidecida, com um brilho leve, quase mágico.
Ele ficou admirando alguns instantes, saboreando aquela imagem. Apreciou as generosas curvas do corpo dela. Andou, pisando de leve, rodeando a cama, vendo como a luz refletia de forma diferente segundo a posição; vendo como os realces do corpo mudavam. Sentiu-se tentado a acordá-la. Aproximou-se, lentamente, ainda sem tocá-la. O lençol ainda cobria as pernas dela, abaixo dos joelhos.
Ele começou por ali. Tocou suavemente os pés, num carinho que foi subindo aos poucos. Passeou pelas pernas, primeiro pelas batatas macias, depois pelas coxas carnudas, sentindo cada centímetro da pele delicada que se oferecia a seu toque. Seguiu pelo quadril, tocou a bunda (maravilhosa, por sinal) onde se deteve por alguns instantes, depois subiu pelas costas. Ele foi se deitando atrás dela, se aconchegando à medida que acariciava. Quando suas mãos já tinham passado pela nuca, descido pelos ombros e chegado aos braços, seu corpo já estava colado ao dela.
Seu sexo? Desde a parada acariciando a bunda, seu membro já se manifestava. Ao colar o corpo ao dela, seu pau estava rijo, pressionando aquela bunda apetitosa. A boca dele chegou ao pescoço dela, beijando no lado e na nuca. Ela, ainda pairando entre o sono e o lento acordar, estremeceu, percorrida por um doce arrepio. Ele continuou acariciando, ao mesmo tempo em que cheirava e beijava o pescoço ali – atrás da orelha.
As mãos dele passaram dos braços ao colo e dali aos seios. Apreciou com calma, com carinho e com cada vez mais tesão um seio, depois o outro. Uma das mãos foi sorrateiramente descendo pela barriga, fazendo pequenos círculos, mais devagar entre o umbigo e os pelos, quase chegando lá. Passou pelas coxas, descendo por fora, depois subindo por dentro, até chegar.
O sexo dela estava molhado. Aliás, encharcado, intumescido, tomado pelo tesão. Ao perceber isso ele olhou para ela, que disfarçava um sorriso safado. Ela entreabriu os olhos, ainda sorrindo, como quem diz “estou acordada faz tempo, gostoso”.
Ele beijou a boca dela. Primeiro um selinho, depois um beijo. Com sede, o beijo foi crescendo, virando um beijo de língua, um chupão. Com mais sede, o beijo foi descendo – pelo queixo, pelo pescoço, pelos seios. Ele beijou o bico dos seios, deixou a língua brincar ali, juntando carícias com as mãos. Com ainda mais sede, o beijo desceu pela barriga, com escala no umbigo, até o sexo dela.
Ela suspirava, arrepiava – eventualmente gemia. Suas mãos percorriam, perdidas, os cabelos dele. Ora ela fechava os olhos, ora ela apreciava a cena no gigantesco espelho que cobria o teto.
Ele se levantou para espreguiçar. Foi ao banheiro. Ao voltar, olhou para a cama e a viu ali, adormecida. Ela estava deitada de lado, com uma perna mais dobrada, as mãos perto do rosto. A tênue luz que entrava pela janela entreaberta ressaltava sua pele nua, empalidecida, com um brilho leve, quase mágico.
Ele ficou admirando alguns instantes, saboreando aquela imagem. Apreciou as generosas curvas do corpo dela. Andou, pisando de leve, rodeando a cama, vendo como a luz refletia de forma diferente segundo a posição; vendo como os realces do corpo mudavam. Sentiu-se tentado a acordá-la. Aproximou-se, lentamente, ainda sem tocá-la. O lençol ainda cobria as pernas dela, abaixo dos joelhos.
Ele começou por ali. Tocou suavemente os pés, num carinho que foi subindo aos poucos. Passeou pelas pernas, primeiro pelas batatas macias, depois pelas coxas carnudas, sentindo cada centímetro da pele delicada que se oferecia a seu toque. Seguiu pelo quadril, tocou a bunda (maravilhosa, por sinal) onde se deteve por alguns instantes, depois subiu pelas costas. Ele foi se deitando atrás dela, se aconchegando à medida que acariciava. Quando suas mãos já tinham passado pela nuca, descido pelos ombros e chegado aos braços, seu corpo já estava colado ao dela.
Seu sexo? Desde a parada acariciando a bunda, seu membro já se manifestava. Ao colar o corpo ao dela, seu pau estava rijo, pressionando aquela bunda apetitosa. A boca dele chegou ao pescoço dela, beijando no lado e na nuca. Ela, ainda pairando entre o sono e o lento acordar, estremeceu, percorrida por um doce arrepio. Ele continuou acariciando, ao mesmo tempo em que cheirava e beijava o pescoço ali – atrás da orelha.
As mãos dele passaram dos braços ao colo e dali aos seios. Apreciou com calma, com carinho e com cada vez mais tesão um seio, depois o outro. Uma das mãos foi sorrateiramente descendo pela barriga, fazendo pequenos círculos, mais devagar entre o umbigo e os pelos, quase chegando lá. Passou pelas coxas, descendo por fora, depois subindo por dentro, até chegar.
O sexo dela estava molhado. Aliás, encharcado, intumescido, tomado pelo tesão. Ao perceber isso ele olhou para ela, que disfarçava um sorriso safado. Ela entreabriu os olhos, ainda sorrindo, como quem diz “estou acordada faz tempo, gostoso”.
Ele beijou a boca dela. Primeiro um selinho, depois um beijo. Com sede, o beijo foi crescendo, virando um beijo de língua, um chupão. Com mais sede, o beijo foi descendo – pelo queixo, pelo pescoço, pelos seios. Ele beijou o bico dos seios, deixou a língua brincar ali, juntando carícias com as mãos. Com ainda mais sede, o beijo desceu pela barriga, com escala no umbigo, até o sexo dela.
Ela suspirava, arrepiava – eventualmente gemia. Suas mãos percorriam, perdidas, os cabelos dele. Ora ela fechava os olhos, ora ela apreciava a cena no gigantesco espelho que cobria o teto.

Ele beijou a virilha dela, beijou o sexo por todos os lados, atiçando antes de deixar a língua chegar lá. Beijou e mordiscou os lábios carnudos e melados. Sentiu o cheiro perfumado e inebriante. Só então a língua saiu para brincar, se deleitando no mel dela, passeando por todo aquele sexo molhado, apetitoso. Lambeu de cima até embaixo, por um lado, por outro, pelo meio. Abriu os lábios – os grandes e os pequenos – e entrou até onde conseguiu. Lambeu de um lado a outro e depois subiu, chegando ao clitóris. Ficou ali, provocando.
Ela gemia, respirando pesadamente. As mãos percorriam o próprio corpo, com especial atenção aos seios. Ela os apertava, beliscava seus mamilos, totalmente entregue ao próprio prazer!
Então ele abocanhou o sexo dela, como se quisesse engolir tudo, sugando e deixando seus lábios escorregarem pelos dela até ficar só com o grelinho na boca. E chupou. Envolveu-o com a boca, massageando o entorno com os lábios enquanto sua língua o esfregava, dentro da boca.
Nessa altura ela delirava de tesão. Ele ficou ali o tempo que foi necessário. Deixou as mãos vagarem pela cintura dela, pelas pernas, por onde elas quisessem ir, enquanto sua boca se deliciava no sexo dela. Ela ofegava, se contorcia, gemia cada vez mais forte – até que...
Até que o mundo parou, numa explosão de êxtase. O corpo dela foi tomado por ondas de prazer que a faziam tremer. Espasmos a sacudiam levemente, enquanto um grito de gozo fugia pela garganta dela. Os olhos não viam nada, os ouvidos nada escutavam, ela era toda prazer. Ela estava totalmente entregue a um magnífico e delicioso orgasmo, que parecia interminável.
Ele ficou ali, com a cabeça entre as pernas dela, esperando que ela recuperasse os sentidos. Aos poucos ela foi voltando do nirvana ao qual tinha ido por alguns instantes. Sua pele pedia mais contato, pedia o corpo dele. Ele subiu e a abraçou, sentindo o corpo dela, ainda trêmulo, se aconchegando ao dele. Ficaram ali abraçados algum tempo, até que as mãos delas chegaram ao sexo duro dele.
Então...
Quem continua o conto? Então, o que ela fez?
;)
Ela gemia, respirando pesadamente. As mãos percorriam o próprio corpo, com especial atenção aos seios. Ela os apertava, beliscava seus mamilos, totalmente entregue ao próprio prazer!
Então ele abocanhou o sexo dela, como se quisesse engolir tudo, sugando e deixando seus lábios escorregarem pelos dela até ficar só com o grelinho na boca. E chupou. Envolveu-o com a boca, massageando o entorno com os lábios enquanto sua língua o esfregava, dentro da boca.
Nessa altura ela delirava de tesão. Ele ficou ali o tempo que foi necessário. Deixou as mãos vagarem pela cintura dela, pelas pernas, por onde elas quisessem ir, enquanto sua boca se deliciava no sexo dela. Ela ofegava, se contorcia, gemia cada vez mais forte – até que...
Até que o mundo parou, numa explosão de êxtase. O corpo dela foi tomado por ondas de prazer que a faziam tremer. Espasmos a sacudiam levemente, enquanto um grito de gozo fugia pela garganta dela. Os olhos não viam nada, os ouvidos nada escutavam, ela era toda prazer. Ela estava totalmente entregue a um magnífico e delicioso orgasmo, que parecia interminável.
Ele ficou ali, com a cabeça entre as pernas dela, esperando que ela recuperasse os sentidos. Aos poucos ela foi voltando do nirvana ao qual tinha ido por alguns instantes. Sua pele pedia mais contato, pedia o corpo dele. Ele subiu e a abraçou, sentindo o corpo dela, ainda trêmulo, se aconchegando ao dele. Ficaram ali abraçados algum tempo, até que as mãos delas chegaram ao sexo duro dele.
Então...
Quem continua o conto? Então, o que ela fez?
;)
quinta-feira, 16 de agosto de 2007
Tédio
Longe de casa.
Seis mulheres. Seis senhoras. Idades entre 35 e 55. Profissionais, sérias, responsáveis. Mas nenhuma sombra de loucura. Digo loucura da boa, de curtir a vida, de se permitir infringir as regras, de se soltar. Pouco tempo, talvez. Poucas ocasiões de soltar algo. Trabalho, muito trabalho (me pergunto pra que!). Nem sinal de sexo. Roupas comportadas, comportamentos contidos, maduros, duros. Nada de olhares sexy ou de insinuações. Nada de flertes. Nem uma centelha sequer de um pequeno furacão por trás da fachada de aço. Nem sinal de vida. Tão sérias que nem dava pra fantasiar, era broxante.
Que coisa mais sem graça!!!!! Que falta de tesão, excesso de formalidade, seja lá o que for. Em outros termos, que perda de tempo! Nada contra trabalho, muito pelo contrário... mas só trabalho???? Cadê o lado "Carpe Diem" da coisa?
Claro que compensei de outra maneira. Comi feito um boi na engorda. Comi comida, não comi ninguém. Boas comidas, pelo menos. Tive minha dose de aproveitamento e meus momentos de Nirvana curtindo algumas pequenas delícias gastronômicas. Perder tempo, eu? Nunca!!! Até punheta rolou. Internet é tudo!!!
Mas que podia ter rolado um bom sexo, ah isso podia!!!
Agora vou fazer as malas e partir. E não comi ninguém! Tarado, eu? kkkkkkkkkkkkkkk Que nada! Apenas loko por sexo.
Carpe Diem!!!
.
Seis mulheres. Seis senhoras. Idades entre 35 e 55. Profissionais, sérias, responsáveis. Mas nenhuma sombra de loucura. Digo loucura da boa, de curtir a vida, de se permitir infringir as regras, de se soltar. Pouco tempo, talvez. Poucas ocasiões de soltar algo. Trabalho, muito trabalho (me pergunto pra que!). Nem sinal de sexo. Roupas comportadas, comportamentos contidos, maduros, duros. Nada de olhares sexy ou de insinuações. Nada de flertes. Nem uma centelha sequer de um pequeno furacão por trás da fachada de aço. Nem sinal de vida. Tão sérias que nem dava pra fantasiar, era broxante.
Que coisa mais sem graça!!!!! Que falta de tesão, excesso de formalidade, seja lá o que for. Em outros termos, que perda de tempo! Nada contra trabalho, muito pelo contrário... mas só trabalho???? Cadê o lado "Carpe Diem" da coisa?
Claro que compensei de outra maneira. Comi feito um boi na engorda. Comi comida, não comi ninguém. Boas comidas, pelo menos. Tive minha dose de aproveitamento e meus momentos de Nirvana curtindo algumas pequenas delícias gastronômicas. Perder tempo, eu? Nunca!!! Até punheta rolou. Internet é tudo!!!
Mas que podia ter rolado um bom sexo, ah isso podia!!!
Agora vou fazer as malas e partir. E não comi ninguém! Tarado, eu? kkkkkkkkkkkkkkk Que nada! Apenas loko por sexo.
Carpe Diem!!!
.
sábado, 4 de agosto de 2007
Saboreando Nutella
Tudo na vida merece ser saboreado. Cada coisa boa que aparecer vale uma boa apreciação. Algumas coisas, entretanto, merecem atenção especial. Nutella é uma delas! Delícia das delícias, a ser aproveitada por cada papila gustativa, a ser cheirada, tocada, devorada.
E degustar nutella em boa companhia é melhor ainda. Vou contar um caso.
Abrimos juntos, ela e eu, um pote de nutella. Mas tudo deu errado! Para início de conversa, esqueci de levar colher. Sim, estávamos bem hospedados e eu poderia ter chamado o serviço de quarto, mas ia demorar... Fomo obrigados (coisa chata) a usar os dedos.
Depois, como sou muito desajeitado, acabei fazendo sujeira. Atolação total, mal-jeito generalizado. E não foi uma vez, foram várias. Fui dar nutella a boquinha (linda) dela e borrei os lábios. Tive que tirar com minha boca, afinal eu também esqueci os guardanapos!!!
Fui me servir mais, enchi demais o dedo e pingou na barriga (nua) dela. Pensei comigo mesmo "ai! e agora... vou ter que limpar também antes que ela se zangue". Assim, fui usar o mesmo método - a boca, mas ao me apoiar rocei o dedo (sujo) no peito (nu) dela. Sem querer, sujei o peito dela. Tive que limpar, claro!
Foi uma lambança. Barriga, peitos, pescoço, coxas, virilha...
Como é bom comer nutella!!!
Acontece que a moça é vingativa. Também me sujou de nutella! Evidentemente, também limpou. E fez um excelente trabalho.
Imaginam? Pois é, imaginem!
Delíciaaaaaaaaaaaaaaaaaaaa!!!!!!!!!!!!!!!!
Carpe diem (e muito!!!)
;)
E degustar nutella em boa companhia é melhor ainda. Vou contar um caso.
Abrimos juntos, ela e eu, um pote de nutella. Mas tudo deu errado! Para início de conversa, esqueci de levar colher. Sim, estávamos bem hospedados e eu poderia ter chamado o serviço de quarto, mas ia demorar... Fomo obrigados (coisa chata) a usar os dedos.
Depois, como sou muito desajeitado, acabei fazendo sujeira. Atolação total, mal-jeito generalizado. E não foi uma vez, foram várias. Fui dar nutella a boquinha (linda) dela e borrei os lábios. Tive que tirar com minha boca, afinal eu também esqueci os guardanapos!!!
Fui me servir mais, enchi demais o dedo e pingou na barriga (nua) dela. Pensei comigo mesmo "ai! e agora... vou ter que limpar também antes que ela se zangue". Assim, fui usar o mesmo método - a boca, mas ao me apoiar rocei o dedo (sujo) no peito (nu) dela. Sem querer, sujei o peito dela. Tive que limpar, claro!
Foi uma lambança. Barriga, peitos, pescoço, coxas, virilha...
Como é bom comer nutella!!!
Acontece que a moça é vingativa. Também me sujou de nutella! Evidentemente, também limpou. E fez um excelente trabalho.
Imaginam? Pois é, imaginem!
Delíciaaaaaaaaaaaaaaaaaaaa!!!!!!!!!!!!!!!!
Carpe diem (e muito!!!)
;)
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