Estava anunciado. Já sabíamos que assim seria.
Desde a véspera, ou semanas antes, já estava decidido. Vontade não faltava, aliás, esbanjávamos desejo e tesão. Na véspera (que tentação) foi só social. Para não esconder detalhes, foi um pouco mais que isso.
Degustei um rápido beijo no caminho. O primeiro. Curto mas bom. Daqueles de estourar uma garrafa de champagne, gritando: finalmenteeeeeeeee!!!!! Até que enfim o tão desejado beijo aconteceu. Sorrisos em profusão. Tudo de bom.
De passagem para deixar bagagens antes da balada, degustei um olhar voyeur ao presenciar uma rápida troca de calça por mini-saia. Apreciei cada centímetro do que vi, cada pedaço de coxa, cada milímetro daquele pequeno pano rendado que dizia ser uma calcinha. Degustei uma rápida sessão maquiagem. E ficou a vontade de mais. Fome!
Balada, bebida, clima bom, papos loucos, galera espetacular, som, pista de dança. Pista de dança. Dança. Sensualidade. Movimento. Ritmo. Contato. Bocas, línguas, mãos. Movimento. Apreciei cada toque, cada beijo, cada sorriso, cada olhar safado. Excitação!
A pista de dança, aliás, estava quente. Tive direito a segunda rodada, com outra beldade que estava conosco. Brinde? Prêmio? Excelente!
Finalmente minha noite acaba, saio fugido antes que a carruagem vire abóbora. Dever me chama. Mas, conforme anunciado, o dia seguinte estava chegando.
Que sexta-feira quente!
(continua...)
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