sábado, 30 de maio de 2009

Pouco mas bom

Depois de meses e mais meses a fio só se falando virtualmente, a vontade de se ver vinha crescendo dia a dia. A gente tinha ficado meio longe um tempo, depois foi voltando a se falar com mais freqüência. Cada papo delicioso. Nem sei por que, mas eu simplesmente gosto demais dessa figurinha. Ela faz parte do meu seleto rol de prediletas!

 

Finalmente, depois de várias tentativas e desencontros, ela resolveu vencer a distância física que nos separa e vir pra estas bandas. Decidiu ver seus dois casos paulistas (se bem que o termo é bem questionável). Ambos aqui ficamos super animados com a vinda dela – ela então estava empolgadíssima. E precisava mesmo, pra valer o perrengue da viagem.

 

Ela estava bem, animada, com a cara e a força de quem deu a volta por cima depois de vários momentos complicados. Adoro ver que ela está bem! Encontrei com ela no início da tarde e não ficamos nem 4 horas juntos. Foi pouco. Ela merecia mais, muito mais. Merecia ficar até o dia seguinte. Eu diria que nosso encontro foi básico – serviu pra matar um pouco da saudade. Mas, mesmo sendo básico e pouco, foi ótimo.

 

A sensualidade que ela transpira me deixa louco. Seu corpo delicado, sua cara de tesão, seu jeito quase ninfo são uma delícia. Seu sexo molhado, encharcado, desejoso, receptivo, pedia meu sexo. Meti muito, com vontade, com prazer. Meti sem frescuras, sem restrições. Gozei deliciosamente, com uma intensidade rara, numa explosão de êxtase. Mais gostoso ainda foi ela gozando na minha boca. Como chupei aquela xaninha deliciosa! Ela gemendo e retesando o corpo todo foi o máximo!

 

Ah, figurinha! Que delícia estar com você. Espero que não precisemos esperar tanto pra nos ver de novo.

 

Carpe Diem!

 

quinta-feira, 14 de maio de 2009

Bom almoço!

A vida tem coisas deliciosas. Uma das mais gostosas é a quebra de rotina com algo prazeroso. Esta semana, por exemplo, saí na hora do almoço e, em vez de almoçar, fui encontrar uma amiga. Na verdade almocei sim, comi minha amiga.
:p

Eu tinha uma brecha na agenda, estava louco de vontade, bateu a saudade e decidi ligar. Coisas da vida, deliciosa coincidência, maravilhosa sincronia: ele estava livre pro almoço! Como já a conheço de longa data, o papo foi sem rodeios.

- Estou de bobeira sim, por que?

- Bateu saudades, quero te comer.

- Hmmm, que delícia! Assim, agora já? De surpresa?

- Assim, agora, em uma hora te encontro num motel. Onde você quer ir?

- Aquele no Itaim tá legal. O que importa é você estar lá!

- Obaaa! Te vejo daqui a pouco.

E assim foi, uma hora e pouco depois, estava olhando nos olhos dela, a portas fechadas no tal motelzinho barato. Ela queria tirar a roupa sem mais rodeios, logo de cara. Eu segurei. Olhei bem praquele corpo lindo, seios volumosos se exibindo no decote da blusa. Apreciei os longos cabelos negros, presos num rabo de cavalo bem apertado.

Passei a mão na cintura dela e a agarrei. Beijei a boca, o pescoço, o decote. Ela suspirava e me chamava de safado. Percebeu o volume que aparecia na minha calça e trocou o adjetivo pra "tarado". Que nada, tarada era ela, que nem minha camisa abriu. Foi logo ajoelhando, abrindo minha calça e botando meu pau pra fora. Olhou pra mim com aquela cara de safada, que eu adoro, e me engoliu todo.

Nossa! Como eu estava com saudades daquele maravilhoso e incomparável boquete!!! Delirei! Tiramos a roupa rapidamente, me deitei e ela continuou o serviço, até me fazer gozar deliciosamente em sua boca. Wow! Fantástica.

Enquanto tomávamos uma ducha rápida, botamos um pouco do papo em dia e voltamos pra cama. Em pouco tempo estávamos de novo nos amassos. A boca dela me procurou até me deixar novamente pronto para a ação. Enquanto isso, eu a enlouquecia com minha mão no sexo molhado dela. Transamos deliciosamente, alternando posições loucamente. Gozamos deliciosamente também, enquanto o tempo nos permitiu.

Depois, exaustos (eu mais que ela, confesso), voltamos a nossos mundos ordinários. Voltamos à rotina diária. Voltamos ao que pareceria ser o mesmo mundo de sempre. Mas com um sorriso nos lábios!

Ah, deliciosas surpresas! Ah, fantástica sincronia!

Carpe diem – sempre!

sexta-feira, 8 de maio de 2009

Devaneios na aula

Um amigo meu escreveu um texto inspirado numa colega de classe. Reconheço que o texto ficou bacaninha, mas ele o enviou para sua musa inspiradora. Esta por sua vez, muito polidamente, deu um passafora dizendo ser casada. Meu amigo, tímido que é, ficou na dele e encerrou o assunto. Mas... ele por acaso passou uma cantada? Ele por acaso sugeriu algo? Ele apenas escreveu um texto num momento de tédio e o texto foi inspirado nela - só por isso ela fica se achando "toda toda"?

Vejam suas palavras:

Sentada logo à frente, ela me distrai.

Ombros de fora. Mas não quaisquer ombros: daqueles assim... lindos!
Pescoço elegante. Mas não qualquer pescoço: daqueles assim... apetitosos!
Cada vez que ela se vira, ainda que seja um pouquinho, meus olhos - independentes da minha vontade - buscam encontrar seu rosto. Mas não qualquer rosto, claro!

Porém, o que arrebata de vez é a franja. Daquelas assim... que emolduram perfeitamente um quadro perfeito. Franja que, aliás, é um poético começo de longos e lindos cabelos que se descortinam pelas costas abaixo.

Pergunto-me se é possível que tal composição, já magnífica, fique ainda mais bela. Quando me convenço que não, ela me desmente e prova meu erro, abrindo um sorriso que a ilumina de tal forma que me fascina.

Num esforço sobre-humano, tento me concentrar na aula. Afinal, que mais poderia eu querer? Se fosse numa festa (depois de umas boas tequilas, claro) eu lhe roubaria um beijo. Mas numa aula... que me resta fazer a não ser me resignar ao papel e à caneta?

[suspiros]


:p

Devo dizer que se fosse eu, o texto seria bem diferente. Se realmente a dita cuja for bonita assim...
Eu falaria dos ombros? Claro, mas falaria de minhas mãos acariciando-os.
Eu falaria das costas? Sim, mas com meu peito encostando nelas.
Eu falaria do pescoço? Com certeza, mas falaria de minha boca beijando-o.
Eu falaria dos cabelos? Obviamente, mas sendo puxados por minha mão.

E isso seria apenas a introdução. Vocês que me lêem e conhecem meu estilo, sabem que eu iria além, muito além. Se a mocinha se sentiu ofendida por tão inocente e breve ensaio, frescura dela!!!

Ah, sim - ela é casada. Mas... E daí?!?!?!? (kkkkkkkkkkkkkk)

Por isso digo sempre: CARPE DIEM!!!

quarta-feira, 6 de maio de 2009

Simples assim

Pode ser simples assim?

Ela malha do meu lado. Aprecio seu fino corpo enquanto ela faz seus exercícios. Depois de suar bastante, terminados os alongamentos, me aproximo e pergunto “vamos bater um papo?” Ela me olha e devolve a pergunta “sobre o que?” Eu olho o corpo dela de cima até embaixo e volto até os olhos dela, encarando-a e respondo “me interessei por você”.

Agora é a vez dela me olhar de cima a baixo, com meio sorriso na boca. Ela olha para um lado, olha para outro, me olha de novo e finalmente diz “me encontra depois do banho na lanchonete.”

Tomando um café (claro, tinha que ser café) a conversa é rápida. Digo que gostei do corpo dela, do jeito dela se mexer, do olhar, da voz e que tudo isso me dá tesão. Ela pergunta mais sobre mim, o que gosto, como faço. Tenho meu momento propaganda, vendendo meu peixe, mas sem exageros – afinal, tenho que entregar o que prometo. Ela fica pensativa, sorrindo. Eu proponho “que tal hoje no fim da tarde, tipo 6 horas, no hotel aqui do lado?” Ela aceita. Trocamos telefones e nos despedimos.

Ambos passamos dias deliciosos, só pensando no que vai rolar mais tarde. Vemos o mundo com outros olhos, valorizamos outras sensações, parecemos inspirados e sorridentes. Trocamos alguns torpedos só pra apimentar o clima.

Chegada a hora, lá estamos os dois pontualmente. Clima de romance com tesão. Nos curtimos, nos beijamos, nos despimos, nos acariciamos, nos excitamos de mil formas diferentes, transamos maravilhosamente e temos deliciosos orgasmos. Fazemos pausa para nos refrescar e comer algo. Depois continuamos a noite de prazer, até cansar. Nos despedimos, satisfeitos. Quem sabe um dia nos vemos novamente.

Ai ai (suspiro)...

Apenas um devaneio? Claro!!! Mas bem que podia funcionar assim. Seríamos tão mais felizes!!!

Enquanto isso, carpe diem (do jeito que der)

sexta-feira, 1 de maio de 2009

Sobremesa

Finalmente nos encontramos. A saudade era grande, depois de longo tempo sem se ver. Foram meses sem nem um contato, num respeitoso silêncio de ambas as partes. Depois foram longas semanas só no virtual. Vários papos por msn, torpedos furtivos trocados durante o dia, alguns orgasmos virtuais.

Até que chegou o esperado dia do reencontro. Fomos almoçar juntos, num restaurante lotado e barulhento. Fiquei apreciando seu lindo rosto enquanto contava as novidades. Mas o melhor foi a sobremesa. Fomos para o hotel onde ela estava hospedada, subimos e ficamos à vontade. Nos abraçamos, nos beijamos e minha sobremesa foi ela.

Faz tempo que não comia alguém assim com tanto gosto. Juntou o tesão com a saudade com tudo aquilo que o corpinho gostoso dela provoca e... foi fantástico! Matei a saudade de acariciar seu corpo nu, de beijar cada curva, de roçar minha pele com a dela. Beijei a boca, o pescoço, as estrelinhas, os lindos e delicados seios, o sexo. Que saudade daquela bocetinha depilada, carnuda e gostosa! Chupei um monte, com gosto, com fome. Matei saudade do meu sexo dentro dela, metemos um montão, num tesão louco, até gozar gemendo gostoso.

Teve repetecos, teve banho, teve posições variadas. Teve a boca dela no meu pau, me enlouquecendo de prazer. Teve ficar largados na cama, abraçados, suados depois de muita ação. Teve ela batendo siririca pra eu ver enquanto eu batia punheta pra ela ver até gozarmos juntos. Teve tudo de bom!

Ah, menina, que saudade que eu estava! Bom te ver!

Carpe diem!