Imaginem a cena. Lá estava eu, na minha rotina matinal anti-sedentarismo, fazendo esteira. (Claro que faço esteira, vocês acham que manter o corpitchio em forma vem de graça?) Atividade entediante, principalmente quando se trata de 45 minutos de esteira. Preferiria bicicleta! Por sorte, na academia existem várias atrações que ajudam o tempo a passar – ou não.
De repente, com o canto do olho, percebo uma silhueta feminina muito bem servida em curvas e em sensualidade. Primeiro suspiro.
Ela se aproxima, na fileira da frente, escolhe uma bicicleta estrategicamente localizada na frente da minha esteira, e começa a pedalar. Segundo suspiro.
Fico ali apreciando o movimento. A cintura fina, a bunda linda, o cabelo comprido, tudo num doce balanço digno de Vinícius. Então ela mexe no cabelo, juntando para fazer um rabo de cavalo e descobre o pescoço, para meu deleite. Adoro pescoço, principalmente com um lindo rabo de cavalo enfeitando. Mas esta se superou. Tinha três lindas estrelas tatuadas! O tempo parou. Terceiro suspiro!
Além de ser um pescoço lindo, além do balanço da bicicleta combinado com o ato de fazer o penteado, além das estrelinhas serem lindas e sensuais, isso me trouxe deliciosas lembranças.
Memória de três estrelinhas que me cativaram.
Sensuais recordações. Looooooongo suspiro!!!
Carpe Diem (sempre)
quarta-feira, 27 de agosto de 2008
quarta-feira, 20 de agosto de 2008
Procurada: Tatoo de Origami
Que foi isso!
Hoje no almoço vi uma mulher lindíssima com uma tatoo curiosa no braço: uma gaivota de origami. Não sei quem era, nem de onde vinha. Mas tinha uma gaivota de origami tatuada no braço. Sei para onde ia: entrou num restaurante na rua Tenerife - Vila Olímpia. Eu quase entrei junto, de tão linda que ela era.
Ela tinha um origami tatuado no braço. Tinha outras tatoos também, mas a que mais me marcou foi essa. Tentei tirar uma foto, mas até tirar o celular da mochila ela já tinha entrado. Foi tudo muito rápido. Rápido demais para meu gosto. Queria que tivesse durado mais.
Ela tinha uma tatoo de origami! E tinha uma presença incomparável!
Alguém conhece ela? Alguém sabe quem é a gata com o origami tatuado no braço?
Por favor, alguém dê uma dica!!! Socorro, preciso vê-la novamente! Sei que é difícil, mas a internet tudo pode. Basta ter fé e ter a ajuda dos amigos! Faça o seguinte:
- copie este post num e-mail
- mande para quem você conhece que possa ter contato com ela (São Paulo)
- peça para entrar em www.devaneiosdodino.blogspot.com,
- localizar o texto Procurada: Tatoo de Origami (20/08/2008)
- e deixar uma mensagem dando a dica
Se ela puder entrar pessoalmente, melhor ainda!!! Que se apresente! Quem sabe posto uma foto dela para compartilharem meus suspiros?
Haja hormônio!
Carpe Diem!
Hoje no almoço vi uma mulher lindíssima com uma tatoo curiosa no braço: uma gaivota de origami. Não sei quem era, nem de onde vinha. Mas tinha uma gaivota de origami tatuada no braço. Sei para onde ia: entrou num restaurante na rua Tenerife - Vila Olímpia. Eu quase entrei junto, de tão linda que ela era.
Ela tinha um origami tatuado no braço. Tinha outras tatoos também, mas a que mais me marcou foi essa. Tentei tirar uma foto, mas até tirar o celular da mochila ela já tinha entrado. Foi tudo muito rápido. Rápido demais para meu gosto. Queria que tivesse durado mais.
Ela tinha uma tatoo de origami! E tinha uma presença incomparável!
Alguém conhece ela? Alguém sabe quem é a gata com o origami tatuado no braço?
Por favor, alguém dê uma dica!!! Socorro, preciso vê-la novamente! Sei que é difícil, mas a internet tudo pode. Basta ter fé e ter a ajuda dos amigos! Faça o seguinte:
- copie este post num e-mail
- mande para quem você conhece que possa ter contato com ela (São Paulo)
- peça para entrar em www.devaneiosdodino.blogspot.com,
- localizar o texto Procurada: Tatoo de Origami (20/08/2008)
- e deixar uma mensagem dando a dica
Se ela puder entrar pessoalmente, melhor ainda!!! Que se apresente! Quem sabe posto uma foto dela para compartilharem meus suspiros?
Haja hormônio!
Carpe Diem!
quinta-feira, 14 de agosto de 2008
A4
Conto esta história a pedidos. Em geral só falo do que vivo, mas... é só em geral! Espero que os participantes aprovem minhas palavras!
Foi uma noite e tanto. Daquelas que dá vontade de ficar até amanhecer (e mais ainda). Começou com um agradável jantar com Merluza e Sardinha. As duas muito simpáticas, agradáveis e, sobretudo atraentes. E o melhor de tudo: já sabíamos o que viria depois.
Fomos para o hotel, os três. A temperatura subia, mas tínhamos que esperar o Quarto Elemento. Ele estava atrasado, mas a promessa era de esperar por ele. Afinal foi o QE (Quarto Elemento) que combinou tudo.
Enquanto esperávamos, bebemos uns energéticos e resolvi partir pro ataque. Abri um pote de Nutella. Ah, essa tal Nutella!!! Como manda o figurino, não levei colher, claro! Com o dedo, ofereci pra Merluza. Ela lambeu tudo. Ofereci depois pra Sardinha. Ela adorou (nunca tinha experimentado, pasmem)! Ficamos curtindo aquela delícia, até que em poucos minutos o QE chegou.
Cumprimentou, nós 3 sentados na cama, e ficou olhando. Eu disse pra Merluza: mete o dedo no pote e oferece pra ele, que ele tá enciumado!
Ela carregou o dedo de Nutella, e deu... pra Sardinha!!! Enquanto a Sardinha lambia o dedo dela, ela foi também, al línguas se encontraram e virou um longo e delicioso beijo. QE e eu ficamos só apreciando o espetáculo. O beijo virou um abraço, um amasso, uma loucura, com mãos por todos os lados. Meu sangue subiu e outra coisa subiu junto. O quarto ficou quente de verdade!
Aos poucos as roupas foram ficando de lado – mas bem aos poucos, curtindo para novo pedaço de pele nua. Beijos, carícias, olhares safados, os quatro estávamos em outro mundo, num paraíso distante, longe daqui. QE e eu, embevecidos naquela dança sensual, aos poucos ousamos acariciá-las também. Delícia!
Num dado momento, estávamos os três, QE, Merluza e eu, acariciando, beijando e chupando a Sardinha, que delirava de prazer. Ela se entregava, sem saber de onde vinham as mãos e as bocas. Depois de longos amassos e muitas bocas em todos os lados, a Merluza pegou o QE de jeito, e se atracaram (no sentido mais sexual possível). Enquanto eu apreciava a cena, a Sardinha abocanhou meu sexo, me fazendo delirar. Que boquete delicioso!!!
E cada vez que chegavam perto uma da outra, Merluza e Sardinha se beijavam e trocavam carícias. Sexo é maravilhoso, duas mulheres juntas é melhor ainda, as duas se pegando então – indescritível! As duas lindas – aí não tenho palavras! Considero que o QE e eu somos dois homens de muita sorte!
Que noite, que noite!!! O resto eu deixo por conta da imaginação de quem lê, e por conta das boas memórias de quem estava lá.
Só fiquei triste de ter que ir embora cedo. Nem quatro da manhã e eu tinha que partir. Quem sabe da próxima, fico até o fim... do outro dia! E quem ficou, se quiser completar o conto, dando mais detalhes, esteja à vontade!
Carpe Diem!!!
[E aí, amigão, contei direitinho? :P]
Foi uma noite e tanto. Daquelas que dá vontade de ficar até amanhecer (e mais ainda). Começou com um agradável jantar com Merluza e Sardinha. As duas muito simpáticas, agradáveis e, sobretudo atraentes. E o melhor de tudo: já sabíamos o que viria depois.
Fomos para o hotel, os três. A temperatura subia, mas tínhamos que esperar o Quarto Elemento. Ele estava atrasado, mas a promessa era de esperar por ele. Afinal foi o QE (Quarto Elemento) que combinou tudo.
Enquanto esperávamos, bebemos uns energéticos e resolvi partir pro ataque. Abri um pote de Nutella. Ah, essa tal Nutella!!! Como manda o figurino, não levei colher, claro! Com o dedo, ofereci pra Merluza. Ela lambeu tudo. Ofereci depois pra Sardinha. Ela adorou (nunca tinha experimentado, pasmem)! Ficamos curtindo aquela delícia, até que em poucos minutos o QE chegou.
Cumprimentou, nós 3 sentados na cama, e ficou olhando. Eu disse pra Merluza: mete o dedo no pote e oferece pra ele, que ele tá enciumado!
Ela carregou o dedo de Nutella, e deu... pra Sardinha!!! Enquanto a Sardinha lambia o dedo dela, ela foi também, al línguas se encontraram e virou um longo e delicioso beijo. QE e eu ficamos só apreciando o espetáculo. O beijo virou um abraço, um amasso, uma loucura, com mãos por todos os lados. Meu sangue subiu e outra coisa subiu junto. O quarto ficou quente de verdade!
Aos poucos as roupas foram ficando de lado – mas bem aos poucos, curtindo para novo pedaço de pele nua. Beijos, carícias, olhares safados, os quatro estávamos em outro mundo, num paraíso distante, longe daqui. QE e eu, embevecidos naquela dança sensual, aos poucos ousamos acariciá-las também. Delícia!
Num dado momento, estávamos os três, QE, Merluza e eu, acariciando, beijando e chupando a Sardinha, que delirava de prazer. Ela se entregava, sem saber de onde vinham as mãos e as bocas. Depois de longos amassos e muitas bocas em todos os lados, a Merluza pegou o QE de jeito, e se atracaram (no sentido mais sexual possível). Enquanto eu apreciava a cena, a Sardinha abocanhou meu sexo, me fazendo delirar. Que boquete delicioso!!!
E cada vez que chegavam perto uma da outra, Merluza e Sardinha se beijavam e trocavam carícias. Sexo é maravilhoso, duas mulheres juntas é melhor ainda, as duas se pegando então – indescritível! As duas lindas – aí não tenho palavras! Considero que o QE e eu somos dois homens de muita sorte!
Que noite, que noite!!! O resto eu deixo por conta da imaginação de quem lê, e por conta das boas memórias de quem estava lá.
Só fiquei triste de ter que ir embora cedo. Nem quatro da manhã e eu tinha que partir. Quem sabe da próxima, fico até o fim... do outro dia! E quem ficou, se quiser completar o conto, dando mais detalhes, esteja à vontade!
Carpe Diem!!!
[E aí, amigão, contei direitinho? :P]
sábado, 17 de maio de 2008
Anjo
De vez em quando, surge um anjo lindo, vindo do nada e indo para não se sabe onde. Pena que não esteja indo para minha cama. Talvez eu não soubesse o que fazer, ficaria só olhando e admirando... (Ah, vai, finge que acredita!)

E foi bem assim, de repente, atraindo olhares de todos os lados, lá estava ela - um anjo!
Fiquei desconcertado, impressionado, abobalhado. Tinha que fazer alguma coisa. Já que não ia falar com ela mesmo, tirei fotos, para poder ver depois e confirmar que eu não estava sonhando.

Fotos tiradas com celular são sempre mais ou menos. Mas, com um pouco de boa vontade, percebe-se do que estou falando. Algo fora do comum. A covinha do queixo então! Adoro covinhas!!!
Confiram. Foi assim, veio e foi. Momentos que se esvaem no ar. Aí vem os sonhos...
Carpe diem!!!
quinta-feira, 15 de maio de 2008
A bela que dorme
Ela adormeceu, ali na poltrona. Lugar público, lugar de passagem. O corpo aninhado como pôde, a cabeça apoiada docemente, ela dorme. Seus doces contornos ali estão expostos, para que quem passar veja e aprecie. Sua pele branca, com discretas e pálidas pintas parece suave e sedosa. Seus lábios são carnudos mas bem definidos, voluptuosos. Seu queixo, numa harmônica curva dá um agradável desfecho ao seu rosto, apresentando uma leve covinha no meio.
Seus cabelos, displicentemente espalhados pela poltrona e encobrindo parte de seu lindo rosto, compõe a moldura que aquela beleza merece. Longos cabelos negros, ondulados, sensuais. Ela inteira transpira sensualidade.
Tenho vontade de beijar seus lábios, de acariciar seus cabelos. Tenho vontade de descobrir o resto daquela beleza toda, vendo-a se desnudar aos poucos. Minha sede de sexo me faz fantasiar, me faz imaginar momentos de prazer, gozos simultâneos, carícias e sorrisos.
Imagino ela assim após uma longa transa. Largada, totalmente relaxada na cama, satisfeita e feliz. Me imagino apreciando a beleza dela exatamente do mesmo jeito que agora, mas com uma intimidade gostosa, com uma satisfação de ter dado prazer e de ter tido prazer.
Ah, devaneios!
O que me pode inspirar a visão de uma linda mulher cochilando?
Carpe diem!
Seus cabelos, displicentemente espalhados pela poltrona e encobrindo parte de seu lindo rosto, compõe a moldura que aquela beleza merece. Longos cabelos negros, ondulados, sensuais. Ela inteira transpira sensualidade.
Tenho vontade de beijar seus lábios, de acariciar seus cabelos. Tenho vontade de descobrir o resto daquela beleza toda, vendo-a se desnudar aos poucos. Minha sede de sexo me faz fantasiar, me faz imaginar momentos de prazer, gozos simultâneos, carícias e sorrisos.
Imagino ela assim após uma longa transa. Largada, totalmente relaxada na cama, satisfeita e feliz. Me imagino apreciando a beleza dela exatamente do mesmo jeito que agora, mas com uma intimidade gostosa, com uma satisfação de ter dado prazer e de ter tido prazer.
Ah, devaneios!
O que me pode inspirar a visão de uma linda mulher cochilando?
Carpe diem!
domingo, 4 de maio de 2008
Primeirona
Tudo começou com aquela foto no msn. Conversas já tinham ido e vindo, mas aquela foto, pedindo beijinho, foi o que mudou tudo. Me fez sentir atraído por ela, com vontade de beijá-la. E foi então que sugeri o encontro. Ela hesitou mas acabou aceitando.
Marcamos num shopping, num final de tarde, com a inocente intenção de conhecer um ao outro. Era importante para os dois ter um contato próximo para ver se não havia restrições, para dar espaço à atração. Pois foi tão intensa a química, tão grande a vontade, que depois de dois chopes decidimos mudar de ambiente e fomos correndo para um motel. Foi delicioso.
Chegamos no quarto sem ao menos ter dado um beijo, então era tudo novidade. Para ela, mais ainda pois tivera pouquíssimos namorados (2 ou 3 no máximo) e estar com um estranho era algo altamente excitante. O primeiro beijo foi logo após fechar a porta e largar as coisas em cima da mesa. Foi um beijo daqueles que chega devagar, olho no olho, aproximando aos poucos, encostando o nariz e só então deixando os lábios se tocarem.
Que beijo gostoso! Lábios, línguas, abraços e amassos. Só aquele contato já me deixou excitado. Ela sentiu o volume em minha calça e apertou o corpo dela contra o meu. Eu adorei aquilo e continuei o beijo, agora agarrando a bunda dela com as duas mãos. Que corpinho delicado, ao mesmo tempo safado! Tudo de bom!
À medida que nos aproximávamos da cama, as roupas iam caindo pelo chão. Os beijos não paravam: ora na boca, no pescoço, na nuca, no colo, nos seios, na barriga, nas coxas, na virilha. Ela passava as mãos pelo meu corpo e tocava meu sexo, duro e cheio de desejo. Se no início havia alguma timidez nos movimentos dela, aos poucos foi indo embora e agora ela estava à vontade.
Ela olhou pra mim com cara de safada e pediu: "me come!"
Como recusar tal pedido? Ela estava toda molhada, o sexo intumescido, pedindo para ser penetrada. Ela deitou na tradicional posição, pernas abertas para mim num convite delicioso. Cheguei por cima e comecei a brincar ali na entrada, espalhando o suco dela e provocando-a ainda mais. Entrei aos poucos, até o fim, me deliciando com cada gemido dela, com o olhar de desejo que encarava o meu. Voltei e comecei aquele delicioso vai e vem, devagar no início, ficando mais rápido aos poucos, ganhando vigor de deixando fluir o tesão.
Que tesão louco! Pedi para ela ficar de 4, apreciei aquela bunda linda, dei uns beijos e voltei a meter. Que tesão mais louco ainda!!! Chamei ela de cachorra, de gostosa. Ela parecia gostar, gemia e arrebitava mais a bunda. Com o rosto colado no colchão ela falou "goza na minha bucetinha, goza, vem, goza pra mim". Prontamente atendi o pedido dela. Gozei tão gostoso que fiquei até zonzo!
Fomos para o chuveiro e tomamos um banho delicioso, nos excitando o tempo todo. Mal nos secamos já estávamos na cama de novo, nos esfregando e amassando! Pedi para ela ficar deitada, relaxada, e fui beijando o corpo dela todo, da cabeça aos pés. Demorei mais nos seios, lambendo os bicos e tirando deliciosos suspiros dela. Demorei também no umbigo, na virilha... Até chegar ao sexo. Ela estava deliciosamente molhada! Beijei a xaninha dela, começando bem leve e aumentando aos poucos, apertando e soltando, beliscando seus grandes lábios com meus lábios, deixando a língua ir e vir, primeiro por fora, aos poucos entrando. Finalmente me detive no clitóris, chupando e lambendo. Minhas mãos passeavam, ora pelas coxas dela, ora pela barriga ou pelos peitos, enquanto eu lambia o sexo.
Fiquei assim o tempo que ela quis, deixando-a cada vez mais louca. Ela gemia de prazer, abria suas pernas para meu rosto se enterrar no meio delas. Ela relaxou, se deixou levar pelas sensações, deixou minha boca explorar cada canto de sua xaninha. Senti seu corpo se retesando, as mãos dela apertando meus ombros, a respiração ficando tensa e ofegante até que ela se congelou por um segundo e explodiu num delicioso orgasmo! Num gemido mais alto, seu corpo estremeceu por alguns instantes e depois desabou, num estado de relaxamento total. Eu senti seu sexo se contraindo na minha boca e depois ficar pulsando de leve.
Mal sabia eu que era a primeira vez que ela gozava. Para mim foi como um troféu. Me senti realizado por dar prazer àquela linda mulher! A noite continuou, mas o mais fantástico foi ter dado a ela a experiência do maior prazer do mundo.
Espero que ela tenha gostado de verdade. E que ela o repita muitas vezes, com quem ela quiser, quando ela quiser, como ela quiser. Ainda que eu nunca mais a veja, ela está no rol das inesquecíveis.
Carpe Diem, mocinha!!!
Marcamos num shopping, num final de tarde, com a inocente intenção de conhecer um ao outro. Era importante para os dois ter um contato próximo para ver se não havia restrições, para dar espaço à atração. Pois foi tão intensa a química, tão grande a vontade, que depois de dois chopes decidimos mudar de ambiente e fomos correndo para um motel. Foi delicioso.
Chegamos no quarto sem ao menos ter dado um beijo, então era tudo novidade. Para ela, mais ainda pois tivera pouquíssimos namorados (2 ou 3 no máximo) e estar com um estranho era algo altamente excitante. O primeiro beijo foi logo após fechar a porta e largar as coisas em cima da mesa. Foi um beijo daqueles que chega devagar, olho no olho, aproximando aos poucos, encostando o nariz e só então deixando os lábios se tocarem.
Que beijo gostoso! Lábios, línguas, abraços e amassos. Só aquele contato já me deixou excitado. Ela sentiu o volume em minha calça e apertou o corpo dela contra o meu. Eu adorei aquilo e continuei o beijo, agora agarrando a bunda dela com as duas mãos. Que corpinho delicado, ao mesmo tempo safado! Tudo de bom!
À medida que nos aproximávamos da cama, as roupas iam caindo pelo chão. Os beijos não paravam: ora na boca, no pescoço, na nuca, no colo, nos seios, na barriga, nas coxas, na virilha. Ela passava as mãos pelo meu corpo e tocava meu sexo, duro e cheio de desejo. Se no início havia alguma timidez nos movimentos dela, aos poucos foi indo embora e agora ela estava à vontade.
Ela olhou pra mim com cara de safada e pediu: "me come!"
Como recusar tal pedido? Ela estava toda molhada, o sexo intumescido, pedindo para ser penetrada. Ela deitou na tradicional posição, pernas abertas para mim num convite delicioso. Cheguei por cima e comecei a brincar ali na entrada, espalhando o suco dela e provocando-a ainda mais. Entrei aos poucos, até o fim, me deliciando com cada gemido dela, com o olhar de desejo que encarava o meu. Voltei e comecei aquele delicioso vai e vem, devagar no início, ficando mais rápido aos poucos, ganhando vigor de deixando fluir o tesão.
Que tesão louco! Pedi para ela ficar de 4, apreciei aquela bunda linda, dei uns beijos e voltei a meter. Que tesão mais louco ainda!!! Chamei ela de cachorra, de gostosa. Ela parecia gostar, gemia e arrebitava mais a bunda. Com o rosto colado no colchão ela falou "goza na minha bucetinha, goza, vem, goza pra mim". Prontamente atendi o pedido dela. Gozei tão gostoso que fiquei até zonzo!
Fomos para o chuveiro e tomamos um banho delicioso, nos excitando o tempo todo. Mal nos secamos já estávamos na cama de novo, nos esfregando e amassando! Pedi para ela ficar deitada, relaxada, e fui beijando o corpo dela todo, da cabeça aos pés. Demorei mais nos seios, lambendo os bicos e tirando deliciosos suspiros dela. Demorei também no umbigo, na virilha... Até chegar ao sexo. Ela estava deliciosamente molhada! Beijei a xaninha dela, começando bem leve e aumentando aos poucos, apertando e soltando, beliscando seus grandes lábios com meus lábios, deixando a língua ir e vir, primeiro por fora, aos poucos entrando. Finalmente me detive no clitóris, chupando e lambendo. Minhas mãos passeavam, ora pelas coxas dela, ora pela barriga ou pelos peitos, enquanto eu lambia o sexo.
Fiquei assim o tempo que ela quis, deixando-a cada vez mais louca. Ela gemia de prazer, abria suas pernas para meu rosto se enterrar no meio delas. Ela relaxou, se deixou levar pelas sensações, deixou minha boca explorar cada canto de sua xaninha. Senti seu corpo se retesando, as mãos dela apertando meus ombros, a respiração ficando tensa e ofegante até que ela se congelou por um segundo e explodiu num delicioso orgasmo! Num gemido mais alto, seu corpo estremeceu por alguns instantes e depois desabou, num estado de relaxamento total. Eu senti seu sexo se contraindo na minha boca e depois ficar pulsando de leve.
Mal sabia eu que era a primeira vez que ela gozava. Para mim foi como um troféu. Me senti realizado por dar prazer àquela linda mulher! A noite continuou, mas o mais fantástico foi ter dado a ela a experiência do maior prazer do mundo.
Espero que ela tenha gostado de verdade. E que ela o repita muitas vezes, com quem ela quiser, quando ela quiser, como ela quiser. Ainda que eu nunca mais a veja, ela está no rol das inesquecíveis.
Carpe Diem, mocinha!!!
segunda-feira, 21 de abril de 2008
Aeroportos
Nos trânsitos de lá pra cá, entre um avião e outro, entre uma cidade e outra, os aeroportos costumam ser locais de grande tédio. Isso para não falar das inconveniências: filas, atrasos, cancelamentos e por aí vai. São lugares de passagem, feitos para a simples intermediação de deslocamentos.
Ultimamente, os aeroportos tem se modernizado. Estão virando mini-shoppings, centros de entretenimento miniatura, com suas pequenas atrações. Tudo no intuito de tornar as horas de passagem mais amenas, ajudando o tempo a passar e amenizando as agruras habituais. No intuito também, evidentemente, de aliviar os bolsos dos viajantes e de suas companhias.
Eu encontro alívio para o tédio aeroportuário escrevendo. Abro meu caderno ou meu notebook e deixo as palavras fluírem soltas. Isso foi o melhor que consegui até hoje. Até hoje. Somente até hoje, pois hoje tudo mudou.
Hoje encontrei aquela menina linda, doce, meiga e gostosa que habita minhas noites de insônia e meus eventuais encontros (virtuais ou não). E hoje a encontrei num aeroporto. Hoje tudo mudou. Agora um aeroporto pode ser um lugar de prazer, de sexo e de realização de fantasias.
Descobrimos um hotel dentro do aeroporto e alugamos um quarto. Ficamos mais de duas horas juntos, matando saudades. Ela estava linda, como sempre. Roupas simples, jeitinho tranquilo e... arrasadora! A recepcionista, ao fazer o check-in disse "bom descanso". Rimos muito!
Nada de descanso, tiramos a roupa em meio a beijos e amassos. Saudades do roçar da pele nua, saudades dos beijos por todo o corpo. Saudades daquele sexo molhado, intumescido. Minha boca brincou tudo o que tinha direito, lambendo e chupando os grandes e os pequenos lábios, brincando com seu clitóris. Fui brindado com um lindo orgasmo. Ela gozou na minha boca!!! Isso foi um presente inestimável. E não foi o único.
Aquela doce boca, inexperiente mas deliciosa, beijou meu sexo pela primeira vez! Fui às alturas e voltei. Tive que me segurar para não gozar na boca dela, tamanho era o prazer que ela me dava. Mas eu queria entrar nela, queria ter o prazer de gozar dentro dela. E assim foi, depois de começar por cima, de joelhos, ela sentada me abraçando e finalmente ela me cavalgando deliciosamente. Aqueles delicados seios se oferecendo a meus beijos, o vai-e-vem dos quadris dela – foi tudo maravilhoso!
E teve bis. E foi mais maravilhoso ainda. Essa menina me deixa louco!
Gozei maravilhosamente, aproveitei cada segundo, matei saudades! Espero que ela também...
Carpe Diem!
Ultimamente, os aeroportos tem se modernizado. Estão virando mini-shoppings, centros de entretenimento miniatura, com suas pequenas atrações. Tudo no intuito de tornar as horas de passagem mais amenas, ajudando o tempo a passar e amenizando as agruras habituais. No intuito também, evidentemente, de aliviar os bolsos dos viajantes e de suas companhias.
Eu encontro alívio para o tédio aeroportuário escrevendo. Abro meu caderno ou meu notebook e deixo as palavras fluírem soltas. Isso foi o melhor que consegui até hoje. Até hoje. Somente até hoje, pois hoje tudo mudou.
Hoje encontrei aquela menina linda, doce, meiga e gostosa que habita minhas noites de insônia e meus eventuais encontros (virtuais ou não). E hoje a encontrei num aeroporto. Hoje tudo mudou. Agora um aeroporto pode ser um lugar de prazer, de sexo e de realização de fantasias.
Descobrimos um hotel dentro do aeroporto e alugamos um quarto. Ficamos mais de duas horas juntos, matando saudades. Ela estava linda, como sempre. Roupas simples, jeitinho tranquilo e... arrasadora! A recepcionista, ao fazer o check-in disse "bom descanso". Rimos muito!
Nada de descanso, tiramos a roupa em meio a beijos e amassos. Saudades do roçar da pele nua, saudades dos beijos por todo o corpo. Saudades daquele sexo molhado, intumescido. Minha boca brincou tudo o que tinha direito, lambendo e chupando os grandes e os pequenos lábios, brincando com seu clitóris. Fui brindado com um lindo orgasmo. Ela gozou na minha boca!!! Isso foi um presente inestimável. E não foi o único.
Aquela doce boca, inexperiente mas deliciosa, beijou meu sexo pela primeira vez! Fui às alturas e voltei. Tive que me segurar para não gozar na boca dela, tamanho era o prazer que ela me dava. Mas eu queria entrar nela, queria ter o prazer de gozar dentro dela. E assim foi, depois de começar por cima, de joelhos, ela sentada me abraçando e finalmente ela me cavalgando deliciosamente. Aqueles delicados seios se oferecendo a meus beijos, o vai-e-vem dos quadris dela – foi tudo maravilhoso!
E teve bis. E foi mais maravilhoso ainda. Essa menina me deixa louco!
Gozei maravilhosamente, aproveitei cada segundo, matei saudades! Espero que ela também...
Carpe Diem!
terça-feira, 8 de abril de 2008
Modelo exportação
Evento social. Apresentações, sorrisos, muitas bebidas, poucas comidas, ambiente mais do que agradável. Gente bonita, informal, todos à vontade e sorrindo. Tudo correndo tranquilamente.
Até que meus olhos se depararam com ela. Linda, fantástica, deslumbrante, encantadora, luminosa e... sensual, extremamente sensual, sensualíssima. Mais provocação que isso seria erotismo. A franjinha foi o primeiro feitiço. Seu rosto, recortado entre os cabelos longos, um lindo colo e a franjinha, era simplesmente lindo. O sorriso foi o segundo feitiço. Lindos lábios se abrindo numa expressão luminosa e atraente. O tipo de sorriso para se perder nele, para se perder por ele. O terceiro feitiço, o golpe da graça, o que acabou comigo, foram os olhos. Quando seu olhar cruzou com o meu e sorriu, aqueles olhos pareciam um convite à luxúria.
O tempo parou, meu coração deixou de bater. Aquela mulher dominava a cena, tomava conta de meu ser, nublava meus pensamentos, embotava-me os sentidos. Ela me encantou. E não foi só com o olhar ou com o rosto lindo. Ela tinha um corpão modelo exportação. Fantástico!!!
O evento seguiu, as conversas seguiram, continuei bebendo e comendo. Mas eu não estava mais ali. Eu estava em outro mundo, com ela. Meus devaneios já viajavam longe e eram interrompidos pelas pessoas que chamavam minha atenção para este ou aquele assunto. Eu respondia, mas não estava ali, estava distante.
Conversei com ela, que foi muito simpática. Pessoa comunicativa e de sorriso fácil. Mas evidentemente não era para um simples mortal como eu. Trocamos telefones, por uma questão de cordialidade. Chegamos a nos falar uma vez, tentando marcar desajeitadamente uma saída, que acabou não acontecendo. O tempo passou. A imagem dela ficou.
Outras mulheres passaram, eu apreciei cada uma delas. Sou um apreciador do momento, curto o que há de bom em cada instante - eu já disse isso aqui. Vivi muito bem, com ela somente nos devaneios.
Até que mês passado eu a vi novamente, em outro evento. Meu coração bateu mais forte, a adrenalina subiu. A vida fluiu mais rápido através do meu ser. Fui falar com ela e - surpresa! - ela me reconheceu, sorriu para mim (ai!) e me abraçou com uma intimidade que eu não esperava. Fiquei meio desconcertado, entre atônito e radiante, mas disfarcei. Pensei que aquele momento não poderia escapar de forma alguma. Se existisse uma oportunidade ali, ela era minha.
E - pasmem - essa oportunidade se fez. E eu a peguei. E saímos juntos, ao fim do evento. E conversamos, mas sabíamos que a pele queria outra coisa. E ela queria o mesmo que eu.
Foi tudo muito rápido. Estivemos a sós por uma hora, no máximo, mas valeu por uma noite inteira. Foi algo indescritível. Algo que eu nunca imaginei que pudesse sair do mundo dos sonhos e se tornar realidade, uma experiência para lembrar por toda a vida.
Tiramos a roupa, nos apreciando, carícias ansiosas iam e vinham, corpos se roçando, mãos passeando por cada centímetro de pele, olhos nos olhos (ah que olhos!!!), beijos deliciosos (que boca!!!) tudo era prazer. Tudo era sentir. Tudo era o ali/agora. Seguiram-se bocas lá e cá. Por mim eu teria ficado me deliciando com o gosto do sexo dela a noite inteira. Ela me chupou de tal forma que, se ficasse ali mais 30 segundos eu teria gozado.
Eu gosto de variar as posições, gosto de ousar e de provocar. Mas com ela foi diferente... eu precisava ficar de frente para ela. Primeiro fiquei sentado, com ela sentada em cima, me abraçando com as pernas, os peitos se esfregando no meu rosto. Incrível, indescritível.
Depois ela se deitou e eu por cima, na mais tradicional posição, mas que me permitia beijá-la muito, apreciar muito seu rosto, seus cabelos, seu pescoço. Meus beijos partiam para todos os lados possíveis. Eu me deliciava com tudo o que estava ao alcance da minha boca, das minhas mãos.
Com ela deitada, fiquei de joelhos, bem colado nela, apreciando seu corpo inteiro, desde o lindo rosto até seu sexo, vendo o meu entrar e sair. Mexi com ela toda, sexo, cintura, seios (que lindos!) e coxas. Senti que ela gostava assim e fiquei mais, até ela gozar. Eu bem que queria continuar, mas foi demais pra mim. Gozei junto!
Que experiência fantástica!!! Quanto prazer, quanta luxúria e sensualidade transbordando e fluindo para todos os lados. Momentos intensos e inesquecíveis!
Tive que ir, infelizmente. Nos despedimos, como se fôssemos apenas amigos. Selinho, abraço, até mais. Fiquei com a nítida sensação que foi uma experiência única, em todos os sentidos - inclusive em quantidade. Ela sabia o que queria, pegou levou e usou. E, se um dia ela quiser novamente, ela vai me achar... e vai me usar.
Tomara!!!
Carpe dieeeeeeeeeeeeemmmmm!!!
;)
Até que meus olhos se depararam com ela. Linda, fantástica, deslumbrante, encantadora, luminosa e... sensual, extremamente sensual, sensualíssima. Mais provocação que isso seria erotismo. A franjinha foi o primeiro feitiço. Seu rosto, recortado entre os cabelos longos, um lindo colo e a franjinha, era simplesmente lindo. O sorriso foi o segundo feitiço. Lindos lábios se abrindo numa expressão luminosa e atraente. O tipo de sorriso para se perder nele, para se perder por ele. O terceiro feitiço, o golpe da graça, o que acabou comigo, foram os olhos. Quando seu olhar cruzou com o meu e sorriu, aqueles olhos pareciam um convite à luxúria.
O tempo parou, meu coração deixou de bater. Aquela mulher dominava a cena, tomava conta de meu ser, nublava meus pensamentos, embotava-me os sentidos. Ela me encantou. E não foi só com o olhar ou com o rosto lindo. Ela tinha um corpão modelo exportação. Fantástico!!!
O evento seguiu, as conversas seguiram, continuei bebendo e comendo. Mas eu não estava mais ali. Eu estava em outro mundo, com ela. Meus devaneios já viajavam longe e eram interrompidos pelas pessoas que chamavam minha atenção para este ou aquele assunto. Eu respondia, mas não estava ali, estava distante.
Conversei com ela, que foi muito simpática. Pessoa comunicativa e de sorriso fácil. Mas evidentemente não era para um simples mortal como eu. Trocamos telefones, por uma questão de cordialidade. Chegamos a nos falar uma vez, tentando marcar desajeitadamente uma saída, que acabou não acontecendo. O tempo passou. A imagem dela ficou.
Outras mulheres passaram, eu apreciei cada uma delas. Sou um apreciador do momento, curto o que há de bom em cada instante - eu já disse isso aqui. Vivi muito bem, com ela somente nos devaneios.
Até que mês passado eu a vi novamente, em outro evento. Meu coração bateu mais forte, a adrenalina subiu. A vida fluiu mais rápido através do meu ser. Fui falar com ela e - surpresa! - ela me reconheceu, sorriu para mim (ai!) e me abraçou com uma intimidade que eu não esperava. Fiquei meio desconcertado, entre atônito e radiante, mas disfarcei. Pensei que aquele momento não poderia escapar de forma alguma. Se existisse uma oportunidade ali, ela era minha.
E - pasmem - essa oportunidade se fez. E eu a peguei. E saímos juntos, ao fim do evento. E conversamos, mas sabíamos que a pele queria outra coisa. E ela queria o mesmo que eu.
Foi tudo muito rápido. Estivemos a sós por uma hora, no máximo, mas valeu por uma noite inteira. Foi algo indescritível. Algo que eu nunca imaginei que pudesse sair do mundo dos sonhos e se tornar realidade, uma experiência para lembrar por toda a vida.
Tiramos a roupa, nos apreciando, carícias ansiosas iam e vinham, corpos se roçando, mãos passeando por cada centímetro de pele, olhos nos olhos (ah que olhos!!!), beijos deliciosos (que boca!!!) tudo era prazer. Tudo era sentir. Tudo era o ali/agora. Seguiram-se bocas lá e cá. Por mim eu teria ficado me deliciando com o gosto do sexo dela a noite inteira. Ela me chupou de tal forma que, se ficasse ali mais 30 segundos eu teria gozado.
Eu gosto de variar as posições, gosto de ousar e de provocar. Mas com ela foi diferente... eu precisava ficar de frente para ela. Primeiro fiquei sentado, com ela sentada em cima, me abraçando com as pernas, os peitos se esfregando no meu rosto. Incrível, indescritível.
Depois ela se deitou e eu por cima, na mais tradicional posição, mas que me permitia beijá-la muito, apreciar muito seu rosto, seus cabelos, seu pescoço. Meus beijos partiam para todos os lados possíveis. Eu me deliciava com tudo o que estava ao alcance da minha boca, das minhas mãos.
Com ela deitada, fiquei de joelhos, bem colado nela, apreciando seu corpo inteiro, desde o lindo rosto até seu sexo, vendo o meu entrar e sair. Mexi com ela toda, sexo, cintura, seios (que lindos!) e coxas. Senti que ela gostava assim e fiquei mais, até ela gozar. Eu bem que queria continuar, mas foi demais pra mim. Gozei junto!
Que experiência fantástica!!! Quanto prazer, quanta luxúria e sensualidade transbordando e fluindo para todos os lados. Momentos intensos e inesquecíveis!
Tive que ir, infelizmente. Nos despedimos, como se fôssemos apenas amigos. Selinho, abraço, até mais. Fiquei com a nítida sensação que foi uma experiência única, em todos os sentidos - inclusive em quantidade. Ela sabia o que queria, pegou levou e usou. E, se um dia ela quiser novamente, ela vai me achar... e vai me usar.
Tomara!!!
Carpe dieeeeeeeeeeeeemmmmm!!!
;)
sexta-feira, 7 de março de 2008
E vice versa
Noites com menos sono, noites com mais sono. Até que ponto a insônia é provocada para me permitir vagar por estes mundos virtuais? É a insônia que me dá a oportunidade de navegar por aqui ou é este mundo viciante que me dá insônia?
Qualquer que seja a resposta ao paradoxo tostines, a experiência é válida. Recompensadora e prazeirosa, na maioria das vezes. E o prazer pode ser das mais variadas formas.
Se uma noite eu tive a satisfação imensa de gozar vendo uma linda menina na cam, outra noite eu tive prazer dando prazer. Uma webcam misteriosamente se materializou em minhas mãos. Conectei-a e funcionou imediatamente. Em determinado momento, certa pessoa apareceu online. Provoquei e contei a novidade.
Ela quis ver. Eu quis mostrar. Nem apareci inteiro, apenas minha calça e minhas mãos. A conversa foi excitante e em pouco tempo meu sexo estava duro, avolumando-se na calça. Ela quis ver mais. Eu mostrei. Ela quis gozar me vendo na cam. Eu topei. Fiquei me masturbando para ela, enquanto ela se tocava vidrada na telinha. Desta vez eu não a vi, apenas ela observava.
Mais imagens que palavras, mais sensações que razões. Tudo muito gostoso. Gozei para ela ver, na frente da cam. Ela, se tocando loucamente, gozou me vendo. Tudo altamente excitante. E simples. Ela lá, eu cá, uma parafernália tecnológica no meio nos conectando e pronto.
Prazer recíproco! Gostei de dar prazer dessa forma. Foi novo, foi diferente e foi muito bom!
Carpe diem!
;)
Qualquer que seja a resposta ao paradoxo tostines, a experiência é válida. Recompensadora e prazeirosa, na maioria das vezes. E o prazer pode ser das mais variadas formas.
Se uma noite eu tive a satisfação imensa de gozar vendo uma linda menina na cam, outra noite eu tive prazer dando prazer. Uma webcam misteriosamente se materializou em minhas mãos. Conectei-a e funcionou imediatamente. Em determinado momento, certa pessoa apareceu online. Provoquei e contei a novidade.
Ela quis ver. Eu quis mostrar. Nem apareci inteiro, apenas minha calça e minhas mãos. A conversa foi excitante e em pouco tempo meu sexo estava duro, avolumando-se na calça. Ela quis ver mais. Eu mostrei. Ela quis gozar me vendo na cam. Eu topei. Fiquei me masturbando para ela, enquanto ela se tocava vidrada na telinha. Desta vez eu não a vi, apenas ela observava.
Mais imagens que palavras, mais sensações que razões. Tudo muito gostoso. Gozei para ela ver, na frente da cam. Ela, se tocando loucamente, gozou me vendo. Tudo altamente excitante. E simples. Ela lá, eu cá, uma parafernália tecnológica no meio nos conectando e pronto.
Prazer recíproco! Gostei de dar prazer dessa forma. Foi novo, foi diferente e foi muito bom!
Carpe diem!
;)
quinta-feira, 6 de março de 2008
Compartilhando imagens
Noites na web, noites na net. Noites sem dormir, vagando pelo msn e pelos sites alternativos da vida. Noites cansativas, mas às vezes altamente recompensadoras!
Como uma noite dessas, na qual uma menina que adoro apareceu na sua webcam, linda e sorridente e, muito provocante, fez carícias das mais sensuais, para meu deleite. Eu timidamente pedia mais, ela timidamente correspondia. Entre as palavras brevemente digitadas e as imagens inebriantes, minha fantasia foi sendo realizada. Aquilo que poderia ser coisa de filme se tornava minha realidade.
Ela também se deixou levar pelo tesão e acabou mostrando e fazendo mais do que ousaria normalmente. Isso me enlouqueceu mais ainda! Já tinha visto imagens mais explícitas e os "tubes" da vida mostram de todos os tipos, para todos os gostos. Entretanto, vindo daquela menina, cada pequena ousadia me dava frissom. Me fazia perder o fôlego. Me deixava mais e mais louco de desejo.
Pouco a pouco, com movimentos ritmados de minha mão, meu sexo rijo foi sendo conduzido ao prazer, levado por aquela frágil menina-mulher. De uma gostosa massagem os movimentos foram se transformando num frenético vai-e-vem, acompanhando meu grau de loucura e desejo.
Finalmente explodi numa onda de prazer, vidrado na telinha do cumputador, mesmerizado por aquela figura sensual e excitante.
O papo depois foi gostoso também. Foi tudo uma delícia.
Quem é ela? Uma menina linda que me cativou. Menina? Não... mulher! Maior de idade,
trabalhadora, responsável... mas com um jeitinho de menina frágil, dona de uma sedutora imagem, que me enlouquece!
Carpe Diem (e noitem também rsrsrs)
.
Como uma noite dessas, na qual uma menina que adoro apareceu na sua webcam, linda e sorridente e, muito provocante, fez carícias das mais sensuais, para meu deleite. Eu timidamente pedia mais, ela timidamente correspondia. Entre as palavras brevemente digitadas e as imagens inebriantes, minha fantasia foi sendo realizada. Aquilo que poderia ser coisa de filme se tornava minha realidade.
Ela também se deixou levar pelo tesão e acabou mostrando e fazendo mais do que ousaria normalmente. Isso me enlouqueceu mais ainda! Já tinha visto imagens mais explícitas e os "tubes" da vida mostram de todos os tipos, para todos os gostos. Entretanto, vindo daquela menina, cada pequena ousadia me dava frissom. Me fazia perder o fôlego. Me deixava mais e mais louco de desejo.
Pouco a pouco, com movimentos ritmados de minha mão, meu sexo rijo foi sendo conduzido ao prazer, levado por aquela frágil menina-mulher. De uma gostosa massagem os movimentos foram se transformando num frenético vai-e-vem, acompanhando meu grau de loucura e desejo.
Finalmente explodi numa onda de prazer, vidrado na telinha do cumputador, mesmerizado por aquela figura sensual e excitante.
O papo depois foi gostoso também. Foi tudo uma delícia.
Quem é ela? Uma menina linda que me cativou. Menina? Não... mulher! Maior de idade,
trabalhadora, responsável... mas com um jeitinho de menina frágil, dona de uma sedutora imagem, que me enlouquece!
Carpe Diem (e noitem também rsrsrs)
.
quinta-feira, 21 de fevereiro de 2008
Ela provoca!
Ela adora me provocar. Ao mesmo tempo que ela se diverte, ela sente uma gostosa excitação com isso. Dá uma certa sensação de poder, uma satisfação ao constatar o efeito que ela provoca em mim. Como gosto disso, eu alimento esse lado dela. Dou dicas, digo do que gosto mais e do que nem tanto. Deixo bem claro quando fico excitado, dando até detalhes geométricos do volume provocado em minha vestimenta.
Desta forma, ela vai se aprimorando na arte de me provocar. Cada dia ela faz isso melhor e cada dia eu gosto mais. E não tem essa de coração pra cá coração pra lá – é pura sacanagem mesmo. São coisas picantes, mais veladas ou mais escancaradas, de acordo com a situação. Mas tudo ligado ao contato físico (ou quase físico).
Tudo remete a beijos, carícias, olhares desejosos, sexo das mais variadas formas, gostos e matizes. Tudo desperta frissons sensuais e gera deliciosas descargas de hormônios no meu sangue. O coração bate mais rápido e meu sexo se manifesta, no mínimo com certo calor, no máximo com uma desavergonhada ereção dura como pedra.
As provocações vêm nas mais variadas formas. Seja um torpedo, um e-mail, uma mensagem no msn ou um inesperado telefonema, qualquer meio é válido para seu propósito. E que propósito! Palavras sussurradas ou friamente escritas numa tela de computador...
Faço uma pausa neste momento para questionar abertamente o termo "friamente numa tela de computador". Parecem palavras frias, sim, mas isso depende de quem escreve e de quem lê. As palavras podem ser frias e vazias de emoção se forem simplesmente largadas, sem cuidado e sem propósito. Mas se forem trabalhadas, com a intenção de despertar algo no leitor – ah, serão tudo menos frias! Serão indecentes, ousadas, vergonhosas, malcriadas, emotivas, tristes ou felizes, mas nunca frias! Palavras carregadas de emoção derretem os computadores e incendeiam as CPUs, isso sim!
Pois as tais palavras na telinha do computador são tudo que quero ver em determinados momentos do dia. São carregadas de significados plenos de tesão, de sensualidade. Servem para me tirar do marasmo do dia-a-dia. São estas palavras que quebram a rotina de correrias e estresses, de clientes exigentes e tempo escasso, de deslocamentos impossíveis numa cidade caótica. Essas palavras me salvam, trazendo-me de volta à vida, me lembrando que sou humano.
Gosto dela por isso. Pela habilidade que ela tem de me fazer sentir vivo. Por me fazer desejá-la, por fazer meus hormônios ferverem. Gostaria de tê-la por perto, mas parece que a distância só faz apimentar o desejo. Nos permite vagar pelo mundo da fantasia antes de um real encontro, no qual realizaremos grande parte do que sonhamos. Temos o tempo de sonhar antes de realizar. E ela tem o tempo e o espaço para me provocar.
E eu adoro!!!
Carpe diem!
Desta forma, ela vai se aprimorando na arte de me provocar. Cada dia ela faz isso melhor e cada dia eu gosto mais. E não tem essa de coração pra cá coração pra lá – é pura sacanagem mesmo. São coisas picantes, mais veladas ou mais escancaradas, de acordo com a situação. Mas tudo ligado ao contato físico (ou quase físico).
Tudo remete a beijos, carícias, olhares desejosos, sexo das mais variadas formas, gostos e matizes. Tudo desperta frissons sensuais e gera deliciosas descargas de hormônios no meu sangue. O coração bate mais rápido e meu sexo se manifesta, no mínimo com certo calor, no máximo com uma desavergonhada ereção dura como pedra.
As provocações vêm nas mais variadas formas. Seja um torpedo, um e-mail, uma mensagem no msn ou um inesperado telefonema, qualquer meio é válido para seu propósito. E que propósito! Palavras sussurradas ou friamente escritas numa tela de computador...
Faço uma pausa neste momento para questionar abertamente o termo "friamente numa tela de computador". Parecem palavras frias, sim, mas isso depende de quem escreve e de quem lê. As palavras podem ser frias e vazias de emoção se forem simplesmente largadas, sem cuidado e sem propósito. Mas se forem trabalhadas, com a intenção de despertar algo no leitor – ah, serão tudo menos frias! Serão indecentes, ousadas, vergonhosas, malcriadas, emotivas, tristes ou felizes, mas nunca frias! Palavras carregadas de emoção derretem os computadores e incendeiam as CPUs, isso sim!
Pois as tais palavras na telinha do computador são tudo que quero ver em determinados momentos do dia. São carregadas de significados plenos de tesão, de sensualidade. Servem para me tirar do marasmo do dia-a-dia. São estas palavras que quebram a rotina de correrias e estresses, de clientes exigentes e tempo escasso, de deslocamentos impossíveis numa cidade caótica. Essas palavras me salvam, trazendo-me de volta à vida, me lembrando que sou humano.
Gosto dela por isso. Pela habilidade que ela tem de me fazer sentir vivo. Por me fazer desejá-la, por fazer meus hormônios ferverem. Gostaria de tê-la por perto, mas parece que a distância só faz apimentar o desejo. Nos permite vagar pelo mundo da fantasia antes de um real encontro, no qual realizaremos grande parte do que sonhamos. Temos o tempo de sonhar antes de realizar. E ela tem o tempo e o espaço para me provocar.
E eu adoro!!!
Carpe diem!
segunda-feira, 18 de fevereiro de 2008
Ultima hora
Atualização de última hora: para fechar o dia com chave de ouro, ela manda o seguinte torpedo:
"Garoto, garoto, pensar em você me deixa louca de tesão. Vou tomar um banho bem gostoso pensando em nós dois. Beijos."
Ah, coisa bouuuua!!!
;)
"Garoto, garoto, pensar em você me deixa louca de tesão. Vou tomar um banho bem gostoso pensando em nós dois. Beijos."
Ah, coisa bouuuua!!!
;)
Torpedos
Como o humor pode variar em função de influências externas, já perceberam? Observem o caso abaixo, citado por fonte segura e confiável. Este diálogo aconteceu numa 2a feira de manhã, via torpedos no celular.
Ela: Bom dia! :-D
Ele: Bom dia garota linda! :D
Ela: Pensei tanto em você este fim de semana! Quero muito te ver.
Ele: Pensar com tesão, pode. Apaixonar, pode não! Eu também quero muito te ver.
Ela: Não vou me apaixonar, e mesmo que isso aconteça, você não vai ficar sabendo. :-p Mas a minha vontade é de te ter... Quero te beijar, quero fazer amor com você.
Ele: Essa tua vontade é 100% correspondida. Te quero muito!
Ela: É muito bom saber que eu sou correspondida. Não vejo a hora de te encontrar.
A cada torpedo que ia e vinha o sorriso dele se ampliava mais. O rapaz parecia abobalhado, rindo à toa. Era como se voltasse aos tempos de colégio, era uma gostosa sensação de satisfação. Nada como desejar e ser desejado. Nada como um bom tesão correspondido. Tudo isso para apimentar ainda mais o próximo encontro. Os dois loucos de vontade de estar juntos e de se entregar aos prazeres do sexo. Como será esse encontro?
Imagino como será e, só de pensar, já fico excitado. Pois peçam, e o resultado será contado. Aqui, de fonte segura.
Carpe diem!
;)
Ela: Bom dia! :-D
Ele: Bom dia garota linda! :D
Ela: Pensei tanto em você este fim de semana! Quero muito te ver.
Ele: Pensar com tesão, pode. Apaixonar, pode não! Eu também quero muito te ver.
Ela: Não vou me apaixonar, e mesmo que isso aconteça, você não vai ficar sabendo. :-p Mas a minha vontade é de te ter... Quero te beijar, quero fazer amor com você.
Ele: Essa tua vontade é 100% correspondida. Te quero muito!
Ela: É muito bom saber que eu sou correspondida. Não vejo a hora de te encontrar.
A cada torpedo que ia e vinha o sorriso dele se ampliava mais. O rapaz parecia abobalhado, rindo à toa. Era como se voltasse aos tempos de colégio, era uma gostosa sensação de satisfação. Nada como desejar e ser desejado. Nada como um bom tesão correspondido. Tudo isso para apimentar ainda mais o próximo encontro. Os dois loucos de vontade de estar juntos e de se entregar aos prazeres do sexo. Como será esse encontro?
Imagino como será e, só de pensar, já fico excitado. Pois peçam, e o resultado será contado. Aqui, de fonte segura.
Carpe diem!
;)
quarta-feira, 13 de fevereiro de 2008
Então?
Dino vive. Aliás vive mais do que o corpo daquele que ocupa. E, passada a tempestade, vem a bonança. Volta a gula, volta a luxúria e volta a preguiça. Voltam as três maiores perdições (não necessariamente nessa ordem).
E, sim, tenho história pra contar.
Foi uma visita inesperada. Plena 5ª feira, uma linda amiga colorida aparece. Do nada, ela me liga. Eu não podia atender, nos desencontramos, mas finalmente um amigo em comum nos juntou. Pra variar, uma viajante do interior que me fez a honra de uma visita. Não tenho a pretensão de ser o motivo de sua vinda (não desta vez) mas fui parte e me senti premiado.
Nos encontramos já tarde da noite e fomos para uma casa de swing. Que delícia de lugar! É um clima de safadeza, de sacanagem, um ambiente descontraído, pista de dança bacana... tudo de bom!!! E tem, obviamente, o tal do labirinto. Sei que aquela não é a melhor casa de swing de Sampa, mas ainda assim adorei o lugar.
Mal nos acomodamos numa mesinha, ela se encaixou nos meus braços, de costas pra mim, olhando a pista de dança e me provocando. Teve show de strip: um masculino, um feminino (gatinha) e depois os dois juntos. Excitante!
Dançamos muito sensualmente e já na pista fiquei excitado. Eu desejava aquela gostosa. Fomos dar uma volta na "parte mais quente da casa". Adoro ver, ela também. Adoro tocar (quando permitem), ela também. Essas coisas me dão muito tesão e a ela também. Ou seja, estávamos os dois cheios de calor. Numa das cabines tinha um casal no maior agito, ela sentada nele. Essa cabine tinha aberturas para ver e tocar. Eu mexi com ela, ela deixou e toquei no peito dela enquanto ela gozava. Foi fantástico. Minha companhia também curtiu.
Pra me provocar, ela me puxou de volta pra pista de dança e ficamos mais por lá. Uma das dançarinas da casa veio nos provocar e elas quase se beijaram (isso me deixa louco). Fiquei tão excitado que minha calça não escondia o volume. Ela pôs a mão, sentindo meu membro duro e disse "vamos lá pra dentro!"
Demos mais uma volta, vendo um pouco o que acontecia por lá e entramos numa cabine com treliças. Deixamos na penumbra, assim podiam nos ver de fora mas sem demasiados detalhes. Tiramos a roupa num amasso muito gostoso e partimos pra ação. Casais olhavam pelas treliças. Ela começou sentando em mim, de costas (como fez o casal que vimos antes). Que delícia de corpinho! Meu sexo duro que nem pedra entrava nela com um prazer imenso, por gostosa que ela é e por saudades que eu estava dela.
Depois virou de frente e sentou de novo. Maravilhosa. Loucura total. A seguir, ficou de 4, depois de lado. Eu metia com vontade, curtindo cada segundo daquele vai e vem. Os casais voyeurs olhavam, alguns comentavam a beleza dela. Isso nos deixava ainda mais excitados. Finalmente ela virou de frente, pernas escancaradas, eu ajoelhei entre elas e meti forte até gozarmos juntos.
Era tudo que eu precisava. Foi delicioso. Então voltamos pra pista de dança e ficamos até altas horas. Pra dizer que faltou alguma coisa... senti falta de um certo acessório (ela sabe de que se trata), mas fica pra próxima.
É dona, você é realmente muito goxxtosa! Matei saudades!
O Dino está vivo, e como!
Carpe Diem!
E, sim, tenho história pra contar.
Foi uma visita inesperada. Plena 5ª feira, uma linda amiga colorida aparece. Do nada, ela me liga. Eu não podia atender, nos desencontramos, mas finalmente um amigo em comum nos juntou. Pra variar, uma viajante do interior que me fez a honra de uma visita. Não tenho a pretensão de ser o motivo de sua vinda (não desta vez) mas fui parte e me senti premiado.
Nos encontramos já tarde da noite e fomos para uma casa de swing. Que delícia de lugar! É um clima de safadeza, de sacanagem, um ambiente descontraído, pista de dança bacana... tudo de bom!!! E tem, obviamente, o tal do labirinto. Sei que aquela não é a melhor casa de swing de Sampa, mas ainda assim adorei o lugar.
Mal nos acomodamos numa mesinha, ela se encaixou nos meus braços, de costas pra mim, olhando a pista de dança e me provocando. Teve show de strip: um masculino, um feminino (gatinha) e depois os dois juntos. Excitante!
Dançamos muito sensualmente e já na pista fiquei excitado. Eu desejava aquela gostosa. Fomos dar uma volta na "parte mais quente da casa". Adoro ver, ela também. Adoro tocar (quando permitem), ela também. Essas coisas me dão muito tesão e a ela também. Ou seja, estávamos os dois cheios de calor. Numa das cabines tinha um casal no maior agito, ela sentada nele. Essa cabine tinha aberturas para ver e tocar. Eu mexi com ela, ela deixou e toquei no peito dela enquanto ela gozava. Foi fantástico. Minha companhia também curtiu.
Pra me provocar, ela me puxou de volta pra pista de dança e ficamos mais por lá. Uma das dançarinas da casa veio nos provocar e elas quase se beijaram (isso me deixa louco). Fiquei tão excitado que minha calça não escondia o volume. Ela pôs a mão, sentindo meu membro duro e disse "vamos lá pra dentro!"
Demos mais uma volta, vendo um pouco o que acontecia por lá e entramos numa cabine com treliças. Deixamos na penumbra, assim podiam nos ver de fora mas sem demasiados detalhes. Tiramos a roupa num amasso muito gostoso e partimos pra ação. Casais olhavam pelas treliças. Ela começou sentando em mim, de costas (como fez o casal que vimos antes). Que delícia de corpinho! Meu sexo duro que nem pedra entrava nela com um prazer imenso, por gostosa que ela é e por saudades que eu estava dela.
Depois virou de frente e sentou de novo. Maravilhosa. Loucura total. A seguir, ficou de 4, depois de lado. Eu metia com vontade, curtindo cada segundo daquele vai e vem. Os casais voyeurs olhavam, alguns comentavam a beleza dela. Isso nos deixava ainda mais excitados. Finalmente ela virou de frente, pernas escancaradas, eu ajoelhei entre elas e meti forte até gozarmos juntos.
Era tudo que eu precisava. Foi delicioso. Então voltamos pra pista de dança e ficamos até altas horas. Pra dizer que faltou alguma coisa... senti falta de um certo acessório (ela sabe de que se trata), mas fica pra próxima.
É dona, você é realmente muito goxxtosa! Matei saudades!
O Dino está vivo, e como!
Carpe Diem!
sexta-feira, 8 de fevereiro de 2008
Caminhos
Percebo a insustentabilidade do caminho que estou trilhando. Percebo que esta rota não durará muito. Esta conciliação de duas forças interiores quase opostas está chegando ao limite. Algo tem que ser feito – há uma escolha a fazer.
Paro na frente da bifurcação e fico olhando. Aprecio as possibilidades com um olhar perdido de quem não quer tomar a decisão, com um olhar triste de quem não quer deixar pra trás o que tem hoje. Num estado de torpor, fico apenas parado, pesando prós e contras, imaginando como seria o futuro em cada caminho.
A trilha do herói é a que parece mais certa. Esta trilha leva ao total abandono de atividades paralelas que fujam do perfil de um Homem honrado. Esta trilha leva ao fim do Dino e de suas aventuras. Ela leva ao fim dos gigabites de material erótico presentes no computador, nos CDs e pendrives. Esta é a trilha da verdade, dos valores, do comportamento digno. É o fim da vida dupla. É cumprir com as obrigações, enfrentando as responsabilidades de frente. É o caminho da coerência, do correto, do altruísta – enfim, é o caminho exemplar.
A trilha da liberdade é quase o contrário da anterior. É o caminho da diversão, das amarras rompidas, da busca do prazer. Esta trilha leva ao abandono da família, da vida em comunidades formais, do papel de patriarca, do padrão "careta". O próprio nome dá a este caminho a dimensão de seu significado: liberdade. Quebrar paradigmas, viver com intensidade, criar sua própria realidade, se expor, arriscar, perder e ganhar, deixar para trás a responsabilidade, ser independente e não ter dependentes ou simplesmente: responder apenas por mim e por mais ninguém. Viver sem limites minha verdade interior, assumir minhas taras, meus vícios, meus gostos. Curtir.
Ambas as trilhas requerem uma entrega total, exigem uma ida sem volta, um cessar da dúvida. Ambas requerem que se abandone algo – ou muita coisa. Ambos casos trazem corações partidos.
A trilha do herói mata a alegria da vida simples, mata parte da espontaneidade em nome do controle, mata a diversão por diversão. Ela exige tudo que um ser humano pode dar, exige um alto grau de responsabilidade. Ela traz o risco de sucumbir ao peso que será carregado nos ombros.
A trilha da liberdade mata os laços familiares, traz a culpa de desmanchar um lar, a culpa de deixar filhos sem pai, a culpa de provocar a tristeza alheia. Ela leva a abandonar certezas que dão segurança, leva ao desconhecido, leva à solidão.
O curioso é que esta dúvida, esta indecisão, este momento de angústia demonstram claramente que não faço idéia de quem eu sou. Sou tudo isso, mas não sou nada disso. Quero ambas as trilhas, mas não quero nenhuma. Sou um emaranhado de sentimentos confusos, sou a ambiguidade ambulante, sou um enorme conjunto de papéis (coerentes ou contraditórios) que se revezam e se superpõe.
Quero ir pra casa dormir.
Quero ver televisão.
Quero enlouquecer e ser internado.
Quero envelhecer e ir para um asilo.
Quero que cuidem de mim.
Mas no momento, tudo que posso fazer (tudo que sou capaz de fazer) é voltar ao meu papel de forte, disfarçar a tristeza atrás de alguma raiva e seguir vivendo. Tem gente esperando isso de mim, tem gente querendo seguir meu exemplo. Por enquanto, é apenas isso que vou fazer.
E, sempre sempre, Carpe Diem!
Paro na frente da bifurcação e fico olhando. Aprecio as possibilidades com um olhar perdido de quem não quer tomar a decisão, com um olhar triste de quem não quer deixar pra trás o que tem hoje. Num estado de torpor, fico apenas parado, pesando prós e contras, imaginando como seria o futuro em cada caminho.
A trilha do herói é a que parece mais certa. Esta trilha leva ao total abandono de atividades paralelas que fujam do perfil de um Homem honrado. Esta trilha leva ao fim do Dino e de suas aventuras. Ela leva ao fim dos gigabites de material erótico presentes no computador, nos CDs e pendrives. Esta é a trilha da verdade, dos valores, do comportamento digno. É o fim da vida dupla. É cumprir com as obrigações, enfrentando as responsabilidades de frente. É o caminho da coerência, do correto, do altruísta – enfim, é o caminho exemplar.
A trilha da liberdade é quase o contrário da anterior. É o caminho da diversão, das amarras rompidas, da busca do prazer. Esta trilha leva ao abandono da família, da vida em comunidades formais, do papel de patriarca, do padrão "careta". O próprio nome dá a este caminho a dimensão de seu significado: liberdade. Quebrar paradigmas, viver com intensidade, criar sua própria realidade, se expor, arriscar, perder e ganhar, deixar para trás a responsabilidade, ser independente e não ter dependentes ou simplesmente: responder apenas por mim e por mais ninguém. Viver sem limites minha verdade interior, assumir minhas taras, meus vícios, meus gostos. Curtir.
Ambas as trilhas requerem uma entrega total, exigem uma ida sem volta, um cessar da dúvida. Ambas requerem que se abandone algo – ou muita coisa. Ambos casos trazem corações partidos.
A trilha do herói mata a alegria da vida simples, mata parte da espontaneidade em nome do controle, mata a diversão por diversão. Ela exige tudo que um ser humano pode dar, exige um alto grau de responsabilidade. Ela traz o risco de sucumbir ao peso que será carregado nos ombros.
A trilha da liberdade mata os laços familiares, traz a culpa de desmanchar um lar, a culpa de deixar filhos sem pai, a culpa de provocar a tristeza alheia. Ela leva a abandonar certezas que dão segurança, leva ao desconhecido, leva à solidão.
O curioso é que esta dúvida, esta indecisão, este momento de angústia demonstram claramente que não faço idéia de quem eu sou. Sou tudo isso, mas não sou nada disso. Quero ambas as trilhas, mas não quero nenhuma. Sou um emaranhado de sentimentos confusos, sou a ambiguidade ambulante, sou um enorme conjunto de papéis (coerentes ou contraditórios) que se revezam e se superpõe.
Quero ir pra casa dormir.
Quero ver televisão.
Quero enlouquecer e ser internado.
Quero envelhecer e ir para um asilo.
Quero que cuidem de mim.
Mas no momento, tudo que posso fazer (tudo que sou capaz de fazer) é voltar ao meu papel de forte, disfarçar a tristeza atrás de alguma raiva e seguir vivendo. Tem gente esperando isso de mim, tem gente querendo seguir meu exemplo. Por enquanto, é apenas isso que vou fazer.
E, sempre sempre, Carpe Diem!
segunda-feira, 21 de janeiro de 2008
Novidade
Parece que a distância faz com que a presença se torne mais desejada. Parece que a dificuldade é quem dá sabor ao sucesso. Fato é que ela veio do interior do Rio só pra me ver. Veio de longe... Já tínhamos tentado outros encontros, mas sem sucesso... Enfim, foi difícil. Talvez por isso a ansiedade e a expectativa que tomaram conta da semana inteira.
Finalmente era sexta-feira!!! Ansiada desde domingo, a tal sexta-feira chegou!
Para dar mais emoção, o vôo foi bem conturbado, com atrasos, turbulências e muita chuva no pouso. Adrenalina já ao chegar. Ela estava linda, como sempre. Seu olhar meigo, seu jeito sensual, essa coisa de menina sedutora, tudo isso me trouxe um largo sorriso, docemente correspondido por ela. Calça jeans, camiseta regata, sandália de fitas amarradas no tornozelo, casaco na mão, cabelo solto balançando e cobrindo parte do rosto – que charme!
O caminho ao hotel estava engarrafado, mas pusemos o papo em dia. Check-in tranquilo, subimos para um quarto grande e bem arrumado. Ambiente gostoso, flores, bombons, champagne.
Nos meus planos: chegar, abrir um vinho, pedir um jantar no quarto, deixar o vinho ir subindo, enfim chegar ao sexo.
Na prática: chegamos, beijamos, amassamos e... fomos pra cama!
Que tesão! Eu estava louco de vontade de estar com ela, de sentir a pele dela, de beijar seu corpo inteiro, de vê-la nua, de senti-la nua, de possuí-la. Pelo visto a vontade era recíproca. Foi uma delícia. Como esperado!
Aproveitei cada instante, as carícias por cima da roupa, meu corpo sobre o dela, a mão por dentro da blusa (sem soutien), mas sem tocar nada mais que as costas ou a barriga. Alongando os minutos, adiando o prazer, aumentando a expectativa, saboreando cada segundo... Subindo a camiseta aos poucos, beijando cada cm de pele que aparecia, foi tudo uma loucura. Abrindo a calça, revelando a calcinha de renda preta aos poucos... demais!
Ela é simplesmente linda. A pele suave, os seios delicados e apetitosos, as curvas, a bunda... O belo rosto, os cabelos emoldurando, o sorriso... ah o sorriso!!!
Beijei seu corpo inteiro, passando mais tempo nos lábios (os de cima e os de baixo), acariciei como eu queria, curti o corpo dela todo. E ela se entregou a minhas carícias de uma forma tão gostosa que a curtição foi ainda maior!
A noite foi maravilhosa! Transamos várias vezes, tomamos banho juntos, dormimos juntos (pouco, mas bom), jantamos, tomamos champagne, tomamos vinho, tomamos café da manhã... Tudo de bom!
Agora que ela se foi, resta a saudade e a vontade que se repita. E que seja em breve!
Carpe diem!
;)
Finalmente era sexta-feira!!! Ansiada desde domingo, a tal sexta-feira chegou!
Para dar mais emoção, o vôo foi bem conturbado, com atrasos, turbulências e muita chuva no pouso. Adrenalina já ao chegar. Ela estava linda, como sempre. Seu olhar meigo, seu jeito sensual, essa coisa de menina sedutora, tudo isso me trouxe um largo sorriso, docemente correspondido por ela. Calça jeans, camiseta regata, sandália de fitas amarradas no tornozelo, casaco na mão, cabelo solto balançando e cobrindo parte do rosto – que charme!
O caminho ao hotel estava engarrafado, mas pusemos o papo em dia. Check-in tranquilo, subimos para um quarto grande e bem arrumado. Ambiente gostoso, flores, bombons, champagne.
Nos meus planos: chegar, abrir um vinho, pedir um jantar no quarto, deixar o vinho ir subindo, enfim chegar ao sexo.
Na prática: chegamos, beijamos, amassamos e... fomos pra cama!
Que tesão! Eu estava louco de vontade de estar com ela, de sentir a pele dela, de beijar seu corpo inteiro, de vê-la nua, de senti-la nua, de possuí-la. Pelo visto a vontade era recíproca. Foi uma delícia. Como esperado!
Aproveitei cada instante, as carícias por cima da roupa, meu corpo sobre o dela, a mão por dentro da blusa (sem soutien), mas sem tocar nada mais que as costas ou a barriga. Alongando os minutos, adiando o prazer, aumentando a expectativa, saboreando cada segundo... Subindo a camiseta aos poucos, beijando cada cm de pele que aparecia, foi tudo uma loucura. Abrindo a calça, revelando a calcinha de renda preta aos poucos... demais!
Ela é simplesmente linda. A pele suave, os seios delicados e apetitosos, as curvas, a bunda... O belo rosto, os cabelos emoldurando, o sorriso... ah o sorriso!!!
Beijei seu corpo inteiro, passando mais tempo nos lábios (os de cima e os de baixo), acariciei como eu queria, curti o corpo dela todo. E ela se entregou a minhas carícias de uma forma tão gostosa que a curtição foi ainda maior!
A noite foi maravilhosa! Transamos várias vezes, tomamos banho juntos, dormimos juntos (pouco, mas bom), jantamos, tomamos champagne, tomamos vinho, tomamos café da manhã... Tudo de bom!
Agora que ela se foi, resta a saudade e a vontade que se repita. E que seja em breve!
Carpe diem!
;)
Assinar:
Postagens (Atom)