Nos trânsitos de lá pra cá, entre um avião e outro, entre uma cidade e outra, os aeroportos costumam ser locais de grande tédio. Isso para não falar das inconveniências: filas, atrasos, cancelamentos e por aí vai. São lugares de passagem, feitos para a simples intermediação de deslocamentos.
Ultimamente, os aeroportos tem se modernizado. Estão virando mini-shoppings, centros de entretenimento miniatura, com suas pequenas atrações. Tudo no intuito de tornar as horas de passagem mais amenas, ajudando o tempo a passar e amenizando as agruras habituais. No intuito também, evidentemente, de aliviar os bolsos dos viajantes e de suas companhias.
Eu encontro alívio para o tédio aeroportuário escrevendo. Abro meu caderno ou meu notebook e deixo as palavras fluírem soltas. Isso foi o melhor que consegui até hoje. Até hoje. Somente até hoje, pois hoje tudo mudou.
Hoje encontrei aquela menina linda, doce, meiga e gostosa que habita minhas noites de insônia e meus eventuais encontros (virtuais ou não). E hoje a encontrei num aeroporto. Hoje tudo mudou. Agora um aeroporto pode ser um lugar de prazer, de sexo e de realização de fantasias.
Descobrimos um hotel dentro do aeroporto e alugamos um quarto. Ficamos mais de duas horas juntos, matando saudades. Ela estava linda, como sempre. Roupas simples, jeitinho tranquilo e... arrasadora! A recepcionista, ao fazer o check-in disse "bom descanso". Rimos muito!
Nada de descanso, tiramos a roupa em meio a beijos e amassos. Saudades do roçar da pele nua, saudades dos beijos por todo o corpo. Saudades daquele sexo molhado, intumescido. Minha boca brincou tudo o que tinha direito, lambendo e chupando os grandes e os pequenos lábios, brincando com seu clitóris. Fui brindado com um lindo orgasmo. Ela gozou na minha boca!!! Isso foi um presente inestimável. E não foi o único.
Aquela doce boca, inexperiente mas deliciosa, beijou meu sexo pela primeira vez! Fui às alturas e voltei. Tive que me segurar para não gozar na boca dela, tamanho era o prazer que ela me dava. Mas eu queria entrar nela, queria ter o prazer de gozar dentro dela. E assim foi, depois de começar por cima, de joelhos, ela sentada me abraçando e finalmente ela me cavalgando deliciosamente. Aqueles delicados seios se oferecendo a meus beijos, o vai-e-vem dos quadris dela – foi tudo maravilhoso!
E teve bis. E foi mais maravilhoso ainda. Essa menina me deixa louco!
Gozei maravilhosamente, aproveitei cada segundo, matei saudades! Espero que ela também...
Carpe Diem!
segunda-feira, 21 de abril de 2008
terça-feira, 8 de abril de 2008
Modelo exportação
Evento social. Apresentações, sorrisos, muitas bebidas, poucas comidas, ambiente mais do que agradável. Gente bonita, informal, todos à vontade e sorrindo. Tudo correndo tranquilamente.
Até que meus olhos se depararam com ela. Linda, fantástica, deslumbrante, encantadora, luminosa e... sensual, extremamente sensual, sensualíssima. Mais provocação que isso seria erotismo. A franjinha foi o primeiro feitiço. Seu rosto, recortado entre os cabelos longos, um lindo colo e a franjinha, era simplesmente lindo. O sorriso foi o segundo feitiço. Lindos lábios se abrindo numa expressão luminosa e atraente. O tipo de sorriso para se perder nele, para se perder por ele. O terceiro feitiço, o golpe da graça, o que acabou comigo, foram os olhos. Quando seu olhar cruzou com o meu e sorriu, aqueles olhos pareciam um convite à luxúria.
O tempo parou, meu coração deixou de bater. Aquela mulher dominava a cena, tomava conta de meu ser, nublava meus pensamentos, embotava-me os sentidos. Ela me encantou. E não foi só com o olhar ou com o rosto lindo. Ela tinha um corpão modelo exportação. Fantástico!!!
O evento seguiu, as conversas seguiram, continuei bebendo e comendo. Mas eu não estava mais ali. Eu estava em outro mundo, com ela. Meus devaneios já viajavam longe e eram interrompidos pelas pessoas que chamavam minha atenção para este ou aquele assunto. Eu respondia, mas não estava ali, estava distante.
Conversei com ela, que foi muito simpática. Pessoa comunicativa e de sorriso fácil. Mas evidentemente não era para um simples mortal como eu. Trocamos telefones, por uma questão de cordialidade. Chegamos a nos falar uma vez, tentando marcar desajeitadamente uma saída, que acabou não acontecendo. O tempo passou. A imagem dela ficou.
Outras mulheres passaram, eu apreciei cada uma delas. Sou um apreciador do momento, curto o que há de bom em cada instante - eu já disse isso aqui. Vivi muito bem, com ela somente nos devaneios.
Até que mês passado eu a vi novamente, em outro evento. Meu coração bateu mais forte, a adrenalina subiu. A vida fluiu mais rápido através do meu ser. Fui falar com ela e - surpresa! - ela me reconheceu, sorriu para mim (ai!) e me abraçou com uma intimidade que eu não esperava. Fiquei meio desconcertado, entre atônito e radiante, mas disfarcei. Pensei que aquele momento não poderia escapar de forma alguma. Se existisse uma oportunidade ali, ela era minha.
E - pasmem - essa oportunidade se fez. E eu a peguei. E saímos juntos, ao fim do evento. E conversamos, mas sabíamos que a pele queria outra coisa. E ela queria o mesmo que eu.
Foi tudo muito rápido. Estivemos a sós por uma hora, no máximo, mas valeu por uma noite inteira. Foi algo indescritível. Algo que eu nunca imaginei que pudesse sair do mundo dos sonhos e se tornar realidade, uma experiência para lembrar por toda a vida.
Tiramos a roupa, nos apreciando, carícias ansiosas iam e vinham, corpos se roçando, mãos passeando por cada centímetro de pele, olhos nos olhos (ah que olhos!!!), beijos deliciosos (que boca!!!) tudo era prazer. Tudo era sentir. Tudo era o ali/agora. Seguiram-se bocas lá e cá. Por mim eu teria ficado me deliciando com o gosto do sexo dela a noite inteira. Ela me chupou de tal forma que, se ficasse ali mais 30 segundos eu teria gozado.
Eu gosto de variar as posições, gosto de ousar e de provocar. Mas com ela foi diferente... eu precisava ficar de frente para ela. Primeiro fiquei sentado, com ela sentada em cima, me abraçando com as pernas, os peitos se esfregando no meu rosto. Incrível, indescritível.
Depois ela se deitou e eu por cima, na mais tradicional posição, mas que me permitia beijá-la muito, apreciar muito seu rosto, seus cabelos, seu pescoço. Meus beijos partiam para todos os lados possíveis. Eu me deliciava com tudo o que estava ao alcance da minha boca, das minhas mãos.
Com ela deitada, fiquei de joelhos, bem colado nela, apreciando seu corpo inteiro, desde o lindo rosto até seu sexo, vendo o meu entrar e sair. Mexi com ela toda, sexo, cintura, seios (que lindos!) e coxas. Senti que ela gostava assim e fiquei mais, até ela gozar. Eu bem que queria continuar, mas foi demais pra mim. Gozei junto!
Que experiência fantástica!!! Quanto prazer, quanta luxúria e sensualidade transbordando e fluindo para todos os lados. Momentos intensos e inesquecíveis!
Tive que ir, infelizmente. Nos despedimos, como se fôssemos apenas amigos. Selinho, abraço, até mais. Fiquei com a nítida sensação que foi uma experiência única, em todos os sentidos - inclusive em quantidade. Ela sabia o que queria, pegou levou e usou. E, se um dia ela quiser novamente, ela vai me achar... e vai me usar.
Tomara!!!
Carpe dieeeeeeeeeeeeemmmmm!!!
;)
Até que meus olhos se depararam com ela. Linda, fantástica, deslumbrante, encantadora, luminosa e... sensual, extremamente sensual, sensualíssima. Mais provocação que isso seria erotismo. A franjinha foi o primeiro feitiço. Seu rosto, recortado entre os cabelos longos, um lindo colo e a franjinha, era simplesmente lindo. O sorriso foi o segundo feitiço. Lindos lábios se abrindo numa expressão luminosa e atraente. O tipo de sorriso para se perder nele, para se perder por ele. O terceiro feitiço, o golpe da graça, o que acabou comigo, foram os olhos. Quando seu olhar cruzou com o meu e sorriu, aqueles olhos pareciam um convite à luxúria.
O tempo parou, meu coração deixou de bater. Aquela mulher dominava a cena, tomava conta de meu ser, nublava meus pensamentos, embotava-me os sentidos. Ela me encantou. E não foi só com o olhar ou com o rosto lindo. Ela tinha um corpão modelo exportação. Fantástico!!!
O evento seguiu, as conversas seguiram, continuei bebendo e comendo. Mas eu não estava mais ali. Eu estava em outro mundo, com ela. Meus devaneios já viajavam longe e eram interrompidos pelas pessoas que chamavam minha atenção para este ou aquele assunto. Eu respondia, mas não estava ali, estava distante.
Conversei com ela, que foi muito simpática. Pessoa comunicativa e de sorriso fácil. Mas evidentemente não era para um simples mortal como eu. Trocamos telefones, por uma questão de cordialidade. Chegamos a nos falar uma vez, tentando marcar desajeitadamente uma saída, que acabou não acontecendo. O tempo passou. A imagem dela ficou.
Outras mulheres passaram, eu apreciei cada uma delas. Sou um apreciador do momento, curto o que há de bom em cada instante - eu já disse isso aqui. Vivi muito bem, com ela somente nos devaneios.
Até que mês passado eu a vi novamente, em outro evento. Meu coração bateu mais forte, a adrenalina subiu. A vida fluiu mais rápido através do meu ser. Fui falar com ela e - surpresa! - ela me reconheceu, sorriu para mim (ai!) e me abraçou com uma intimidade que eu não esperava. Fiquei meio desconcertado, entre atônito e radiante, mas disfarcei. Pensei que aquele momento não poderia escapar de forma alguma. Se existisse uma oportunidade ali, ela era minha.
E - pasmem - essa oportunidade se fez. E eu a peguei. E saímos juntos, ao fim do evento. E conversamos, mas sabíamos que a pele queria outra coisa. E ela queria o mesmo que eu.
Foi tudo muito rápido. Estivemos a sós por uma hora, no máximo, mas valeu por uma noite inteira. Foi algo indescritível. Algo que eu nunca imaginei que pudesse sair do mundo dos sonhos e se tornar realidade, uma experiência para lembrar por toda a vida.
Tiramos a roupa, nos apreciando, carícias ansiosas iam e vinham, corpos se roçando, mãos passeando por cada centímetro de pele, olhos nos olhos (ah que olhos!!!), beijos deliciosos (que boca!!!) tudo era prazer. Tudo era sentir. Tudo era o ali/agora. Seguiram-se bocas lá e cá. Por mim eu teria ficado me deliciando com o gosto do sexo dela a noite inteira. Ela me chupou de tal forma que, se ficasse ali mais 30 segundos eu teria gozado.
Eu gosto de variar as posições, gosto de ousar e de provocar. Mas com ela foi diferente... eu precisava ficar de frente para ela. Primeiro fiquei sentado, com ela sentada em cima, me abraçando com as pernas, os peitos se esfregando no meu rosto. Incrível, indescritível.
Depois ela se deitou e eu por cima, na mais tradicional posição, mas que me permitia beijá-la muito, apreciar muito seu rosto, seus cabelos, seu pescoço. Meus beijos partiam para todos os lados possíveis. Eu me deliciava com tudo o que estava ao alcance da minha boca, das minhas mãos.
Com ela deitada, fiquei de joelhos, bem colado nela, apreciando seu corpo inteiro, desde o lindo rosto até seu sexo, vendo o meu entrar e sair. Mexi com ela toda, sexo, cintura, seios (que lindos!) e coxas. Senti que ela gostava assim e fiquei mais, até ela gozar. Eu bem que queria continuar, mas foi demais pra mim. Gozei junto!
Que experiência fantástica!!! Quanto prazer, quanta luxúria e sensualidade transbordando e fluindo para todos os lados. Momentos intensos e inesquecíveis!
Tive que ir, infelizmente. Nos despedimos, como se fôssemos apenas amigos. Selinho, abraço, até mais. Fiquei com a nítida sensação que foi uma experiência única, em todos os sentidos - inclusive em quantidade. Ela sabia o que queria, pegou levou e usou. E, se um dia ela quiser novamente, ela vai me achar... e vai me usar.
Tomara!!!
Carpe dieeeeeeeeeeeeemmmmm!!!
;)
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