sábado, 17 de maio de 2008

Anjo


De vez em quando, surge um anjo lindo, vindo do nada e indo para não se sabe onde. Pena que não esteja indo para minha cama. Talvez eu não soubesse o que fazer, ficaria só olhando e admirando... (Ah, vai, finge que acredita!)


E foi bem assim, de repente, atraindo olhares de todos os lados, lá estava ela - um anjo!

Fiquei desconcertado, impressionado, abobalhado. Tinha que fazer alguma coisa. Já que não ia falar com ela mesmo, tirei fotos, para poder ver depois e confirmar que eu não estava sonhando.



Fotos tiradas com celular são sempre mais ou menos. Mas, com um pouco de boa vontade, percebe-se do que estou falando. Algo fora do comum. A covinha do queixo então! Adoro covinhas!!!


Confiram. Foi assim, veio e foi. Momentos que se esvaem no ar. Aí vem os sonhos...


Carpe diem!!!

quinta-feira, 15 de maio de 2008

A bela que dorme

Ela adormeceu, ali na poltrona. Lugar público, lugar de passagem. O corpo aninhado como pôde, a cabeça apoiada docemente, ela dorme. Seus doces contornos ali estão expostos, para que quem passar veja e aprecie. Sua pele branca, com discretas e pálidas pintas parece suave e sedosa. Seus lábios são carnudos mas bem definidos, voluptuosos. Seu queixo, numa harmônica curva dá um agradável desfecho ao seu rosto, apresentando uma leve covinha no meio.

Seus cabelos, displicentemente espalhados pela poltrona e encobrindo parte de seu lindo rosto, compõe a moldura que aquela beleza merece. Longos cabelos negros, ondulados, sensuais. Ela inteira transpira sensualidade.

Tenho vontade de beijar seus lábios, de acariciar seus cabelos. Tenho vontade de descobrir o resto daquela beleza toda, vendo-a se desnudar aos poucos. Minha sede de sexo me faz fantasiar, me faz imaginar momentos de prazer, gozos simultâneos, carícias e sorrisos.

Imagino ela assim após uma longa transa. Largada, totalmente relaxada na cama, satisfeita e feliz. Me imagino apreciando a beleza dela exatamente do mesmo jeito que agora, mas com uma intimidade gostosa, com uma satisfação de ter dado prazer e de ter tido prazer.

Ah, devaneios!

O que me pode inspirar a visão de uma linda mulher cochilando?

Carpe diem!

domingo, 4 de maio de 2008

Primeirona

Tudo começou com aquela foto no msn. Conversas já tinham ido e vindo, mas aquela foto, pedindo beijinho, foi o que mudou tudo. Me fez sentir atraído por ela, com vontade de beijá-la. E foi então que sugeri o encontro. Ela hesitou mas acabou aceitando.

Marcamos num shopping, num final de tarde, com a inocente intenção de conhecer um ao outro. Era importante para os dois ter um contato próximo para ver se não havia restrições, para dar espaço à atração. Pois foi tão intensa a química, tão grande a vontade, que depois de dois chopes decidimos mudar de ambiente e fomos correndo para um motel. Foi delicioso.

Chegamos no quarto sem ao menos ter dado um beijo, então era tudo novidade. Para ela, mais ainda pois tivera pouquíssimos namorados (2 ou 3 no máximo) e estar com um estranho era algo altamente excitante. O primeiro beijo foi logo após fechar a porta e largar as coisas em cima da mesa. Foi um beijo daqueles que chega devagar, olho no olho, aproximando aos poucos, encostando o nariz e só então deixando os lábios se tocarem.

Que beijo gostoso! Lábios, línguas, abraços e amassos. Só aquele contato já me deixou excitado. Ela sentiu o volume em minha calça e apertou o corpo dela contra o meu. Eu adorei aquilo e continuei o beijo, agora agarrando a bunda dela com as duas mãos. Que corpinho delicado, ao mesmo tempo safado! Tudo de bom!

À medida que nos aproximávamos da cama, as roupas iam caindo pelo chão. Os beijos não paravam: ora na boca, no pescoço, na nuca, no colo, nos seios, na barriga, nas coxas, na virilha. Ela passava as mãos pelo meu corpo e tocava meu sexo, duro e cheio de desejo. Se no início havia alguma timidez nos movimentos dela, aos poucos foi indo embora e agora ela estava à vontade.

Ela olhou pra mim com cara de safada e pediu: "me come!"

Como recusar tal pedido? Ela estava toda molhada, o sexo intumescido, pedindo para ser penetrada. Ela deitou na tradicional posição, pernas abertas para mim num convite delicioso. Cheguei por cima e comecei a brincar ali na entrada, espalhando o suco dela e provocando-a ainda mais. Entrei aos poucos, até o fim, me deliciando com cada gemido dela, com o olhar de desejo que encarava o meu. Voltei e comecei aquele delicioso vai e vem, devagar no início, ficando mais rápido aos poucos, ganhando vigor de deixando fluir o tesão.

Que tesão louco! Pedi para ela ficar de 4, apreciei aquela bunda linda, dei uns beijos e voltei a meter. Que tesão mais louco ainda!!! Chamei ela de cachorra, de gostosa. Ela parecia gostar, gemia e arrebitava mais a bunda. Com o rosto colado no colchão ela falou "goza na minha bucetinha, goza, vem, goza pra mim". Prontamente atendi o pedido dela. Gozei tão gostoso que fiquei até zonzo!

Fomos para o chuveiro e tomamos um banho delicioso, nos excitando o tempo todo. Mal nos secamos já estávamos na cama de novo, nos esfregando e amassando! Pedi para ela ficar deitada, relaxada, e fui beijando o corpo dela todo, da cabeça aos pés. Demorei mais nos seios, lambendo os bicos e tirando deliciosos suspiros dela. Demorei também no umbigo, na virilha... Até chegar ao sexo. Ela estava deliciosamente molhada! Beijei a xaninha dela, começando bem leve e aumentando aos poucos, apertando e soltando, beliscando seus grandes lábios com meus lábios, deixando a língua ir e vir, primeiro por fora, aos poucos entrando. Finalmente me detive no clitóris, chupando e lambendo. Minhas mãos passeavam, ora pelas coxas dela, ora pela barriga ou pelos peitos, enquanto eu lambia o sexo.

Fiquei assim o tempo que ela quis, deixando-a cada vez mais louca. Ela gemia de prazer, abria suas pernas para meu rosto se enterrar no meio delas. Ela relaxou, se deixou levar pelas sensações, deixou minha boca explorar cada canto de sua xaninha. Senti seu corpo se retesando, as mãos dela apertando meus ombros, a respiração ficando tensa e ofegante até que ela se congelou por um segundo e explodiu num delicioso orgasmo! Num gemido mais alto, seu corpo estremeceu por alguns instantes e depois desabou, num estado de relaxamento total. Eu senti seu sexo se contraindo na minha boca e depois ficar pulsando de leve.

Mal sabia eu que era a primeira vez que ela gozava. Para mim foi como um troféu. Me senti realizado por dar prazer àquela linda mulher! A noite continuou, mas o mais fantástico foi ter dado a ela a experiência do maior prazer do mundo.

Espero que ela tenha gostado de verdade. E que ela o repita muitas vezes, com quem ela quiser, quando ela quiser, como ela quiser. Ainda que eu nunca mais a veja, ela está no rol das inesquecíveis.

Carpe Diem, mocinha!!!