quinta-feira, 6 de agosto de 2009

Melhor nem ver

Os devaneios são coisas deliciosas. Meus devaneios sempre me levam a lugares lindos, gostosos e excitantes. São momentos nos quais a imaginação permite o perfeito ou pelo menos o ideal. São devaneios de sensualidade e prazer.

Tem vezes que uma silhueta, um cabelo comprido, um contorno pode criar uma expectativa de beleza ideal. Percebo ao longe uma mulher com curvas interessantes e logo imagino uma semi-deusa. Obviamente, a maior parte das vezes em que vejo melhor a pessoa em questão, a beleza fica muito aquém da expectativa. Muitas vezes nada havia de beleza, pura ilusão.

Frequentemente vale o ditado “boa de longe mas longe de boa”. Em bom português, a tal boa vontade masculina enxerga uma mulher de longe como se fosse linda, mas na verdade está longe disso – o que se revela ao ver de perto.

Por isso, às vezes é melhor não ver. Melhor ficar no devaneio, naquelas fantasias idealistas com semi-deusas que, além de bonitas e sensuais, são também altamente disponíveis e loucas por um bom sexo casual. Claro, no devaneio vale tudo.

Na terra das fantasias, a semi-deusa é inteligente (na medida certa), atraente e insaciável. Além do que está pronta e louca para realizar sua fantasia de transar com um estranho – no caso EU, claro. Nem precisa dizer que o sexo é de altíssima qualidade, com loucos orgasmos satisfazendo os dois, que terminam exaustos e com aqueles sorrisos bobos nos lábios.

Grande terra dos devaneios. Grande mundo dos sonhos. O que seria de nós sem essas fantasias? E o que seria de nós sem realizar algumas delas? Do sonho à ação – mas só de vez em quando!

Como sempre, carpe diem!!!

segunda-feira, 22 de junho de 2009

Surpresa de domingo (ou o Grande Dragão preto e branco)

Depois da frustração de sábado à noite e domingo de manhã (devidamente confessada na CS), este domingão me reservou uma surpresa exclusivíssima. Aconteceu algo totalmente não planejado e inesperado. Estava eu já livre das obrigações domésticas quando decidi ir à academia. Malhar no domingo é bem chato, até porque as pessoas mais especiais (traduzindo: as gostosonas) nunca aparecem esse dia.

Mas aí é que vem o inesperado da coisa. Carro já estacionado e tudo, antes de entrar, encontro uma amiga que não via há bastante tempo. Amiga dessas que eu adoro (PA/XA). Acho que a gente nunca tinha se encontrado assim tão esporte, tão informal e sem produção. Demorou alguns segundos pra cair a ficha. Rolou aquele "oooooi, e aí?" meio tímido, beijinho no rosto bem de leve e um discreto olhar para os que nos cercavam. Eu perguntei baixinho "tá sozinha?" e ela respondeu "to sim! e você?". Eu sorri e abri os braços. Só faltou ela se atirar no meu colo, ficamos mais de um minuto num longo e gostoso abraço, daqueles bem apertados.

Depois olhei nos olhos dela e falei "saudades de você, saudades das nossas loucuras". Ela respondeu "eu também, principalmente agora que estou solteira... sinto falta!". Foi até engraçado. A gente ficou um tempão se olhando, como se cada um estivesse revendo suas memórias de nossos encontros e pensando no que diria a seguir. Quando nossos sorrisos começaram a aparecer, assim no canto da boca, ainda um pouco inseguros, eu perguntei "quer? to livre agora".

Ela fez algo que eu simplesmente adoro. Me olhou com um olhar de desejo, mordeu o lábio inferior (daquele jeito sensual e provocante), me pegou pela mão e me levou para o carro dela. Só falou baixinho "te quero lá em casa, mas tem que ser rápido". Alguém aí acha que eu reclamei? Claro que não! Pena ter que ser rápido, mas o inusitado da situação já valeu!

Como ela mora pertinho da academia, em poucos minutos estávamos no apê dela em deliciosos amassos. Seus finos lábios num sorriso quase constante iluminavam seu rosto. Seus longos e lisos cabelos louros emolduravam seu rosto radiante. Estávamos os dois inebriados com aquela surpresa. Parecia a realização instantânea de um desejo que era comum aos dois. Ela usava uma blusinha branca por cima de um top preto. Quando comecei a desabotoar, ela pediu para esperar, pois tinha uma surpresa. Fechei os olhos e quando abri ela tinha tirado o top e colocado a blusa de novo, mas estava aberta - deixando ver a curva de seus deliciosos seios. Ela fez uma cara de quem aprontou, ficou em pé na minha frente e disse "estou fazendo uma tatuagem nova". Disse que ainda não estava pronta, faltava colorir, mas o traçado já estava todo lá. Perguntei onde. Ela disse "nas costas. Inteiras!"

Ela virou de costas, suspendeu o cabelo num coque improvisado e aos poucos foi abaixando a blusa, despindo os ombros primeiro, em seguida as omoplatas e o meio das costas. Fiquei boquiaberto com o gigantesco dragão que ia se descortinando na minha frente. Ela continuou abaixando a blusa até deixá-la cair no chão. A cauda do dragão continuava descendo e se escondia na calça. Eu disse imediatamente "quero ver onde termina!!!" Sem se virar, só olhando com o rabo do olho e sorrindo (ah esse sorriso!) começou a abaixar a calça. O dragão terminava no meio da nádega direita, mal coberta pela calcinha cavada que ela vestia. Fantástico! Ainda boquiaberto, fiz um "wow" longo, babando. O corpão dela continua malhado, talvez um pouco mais definido que antes. Inteirassa, linda, nua.

Em cinco segundos minha roupa estava no chão e eu beijava o pescoço dela, os seios, a boca. Ela disse "hoje você não vai poder arranhar minhas costas!" e continuou me beijando. Lembrei das loucuras que já rolaram com ela, incluindo o dia em que ela ficou com as costas vermelhas e inchadas de tão arranhadas... como ela tinha gostado daquilo! Fomos para a cama e fizemos um delicioso 69, ela por cima. Sem se virar, ela simplesmente escorregou a bunda pelo meu corpo e se levantou somente o necessário para encaixar meu sexo nela. Como essa mulher cavalga bem!
Depois virou pra frente e ficou agachada, oferecendo os peitos gostosos. Ajoelhou e abaixou pra me beijar. Eu estava tão louco de tesão que tinha que fazer um esforço absurdo para não gozar tão cedo.

Depois ela pediu "me come de quatro". Cacete! Como isso me deixa louco! Um pedido desses, feito por uma mulher como ela, num momento assim... Era mais do que eu podia ter pedido, mais do que teria imaginado! Depois de meter um bocado apreciando aquele dragão maravilhoso, deitei ela de frente pra mim, pra poder beijar a boca e os seios. Finalmente me ajoelhei, encaixando perfeitamente a bunda dela em mim, meu sexo entrando fundo nela, as pernas abertas para cima, meus dedos brincando no grelinho dela. Foi assim que ela gozou. Não aguentei ficar ouvindo os gemidos deliciosos e seu corpo se contorcendo de prazer e gozei também.
Que fantástico!!! Que mulher gostosa! Quanto prazer de uma só vez!

Duas horas depois, eu estava de volta à entrada da academia, me despedindo dela. Fui embora e ela foi malhar. Eu simplesmente não conseguia acreditar que aquilo tudo tinha acontecido.
Quando entrei no carro, fiquei uns minutos sentado, de olhos fechados, com o corpo ainda sentido a pele dela, ainda relaxado depois de ter me deliciado daquela maneira indecente. Ainda ouvindo o eco da despedida dela, dizendo "Tchau, gostoso. Adorei!", ainda vendo o sorriso luminoso dela na minha frente.

Aos poucos voltei à realidade, e fui pra casa. Espero que chegue o dia em que poderemos ficar juntos uma noite inteira! E que fique bem claro: faço questão de ver o dragão quando ficar pronto!

Carpe diem!




sexta-feira, 19 de junho de 2009

Safadeza

Ontem, data importante, me fez refletir. Obviamente, reflito sobre safadeza! Após estes anos de vida concluo algumas coisas interessantes.
 
Não basta ser safado. Tem que ser safado e safo. Tem que ser safado e saber jogar o jogo. Estou no time das aventuras, daqueles que tem compromisso fixo mas que exercem seu livre direito de se dar prazer em outras paragens, de pastar em outros prados. Nessa posição existem regras importantes.
 
A primeira é não se apaixonar, não se entregar demais - se preservar. A segunda é fazer o mesmo com a outra parte: evitar que ela se envolva mais do que deve. Uma coisa tem que ficar muito clara nessas duas primeiras regras, é que o assunto é sexo - e só sexo. Não estamos falando de romance, de sentimentos fortes nem nada do gênero. Estamos falando de prazer. Se isso for claro e genuíno para ambos lados, está perfeito!
 
A terceira regra é meu lema: carpe diem! Aproveitar cada minuto de cada nova situação. Aproveitar cada flerte, cada beijo, cada cm do corpo dela, cada suspiro, cada torpedo, enfim - tudo! Mais ainda sabendo que cada um desses pode ser o último, afinal é uma relação sem compromissos. A graça está em usufruir hedonísticamente tudo de bom que vem dessas aventuras.
 
Depois, por mais que exista safadeza, por mais que possa haver uma certa "pegada forte", tem que ter respeito. Essa é uma regra fundamental! Sacanagem com respeito - por mais paradoxal que pareça. Todos temos limites e eles devem ser respeitados.
 
Isso é ser safo. Acho que aí está um ingrediente importante das boas aventuras com que sou brindado: sou safado e safo!
 
Quem quiser opinar, comente. Que mais é importante?
 
Carpe diem!!!
 

sexta-feira, 12 de junho de 2009

incerteza do errado

Por indicação de um amigo, visitei um blog novo. Muito curioso. São textos lindos, de uma dama chamada Nadeshiko Yue, que brinca deliciosamente com as palavras, numa poesia que flutua como folhas ao vento de outono, mas que chora um amargor gótico em vez de exaltar as suas alegrias. Vai um pouco no sentido oposto do que eu escrevo.

Claro, afinal de contas, alguém acha que tudo são flores? Claro que tenho minhas desventuras, meus momentos tristes e minhas frustrações. Porém, raros são os desabafos que narrei aqui. Em geral, conto aquilo que me trouxe prazer ou conto de forma romanceada o lado bom de algo que nem foi tão bom assim (poucas vezes, mas acontece). Busco enaltecer o lado gostoso da vida, que é o que mais me apraz. Mas ela não, ela conta suas angústias de jovem escritora. Me lembra a Maya Nin em alguns aspectos.

Confesso que gostei do blog. Gostei do jeito dela escrever. Gostei do sarcasmo e da ironia embutidos em várias passagens. Gostei da franqueza. Se ela permitir, vou fazer o link aqui.

Claro, escolhi outro caminho – o do erotismo, da sensualidade. Mas me identifiquei em muitas coisas. Aliás, se alguém por aí sabe alemão, poderia gentilmente traduzir algumas citações...

Vale a leitura, pra quem quer mudar de ares.

Carpe diem!!!

domingo, 7 de junho de 2009

Coxas

Eu vi. No começo não acreditei, ou não entendi direito. Mas depois me dei conta. Ela estava roçando as coxas. Sentada, dicreta, prestando atenção na reunião. Mas tinha um fogo em algum lugar que os outros nem suspeitavam.

Eu vi. Em movimentos repetitivos, ela apertava as coxas, uma contra a outra, espremendo seu sexo quente no meio. Depois roçava, pra cima e pra baixo. Bem de leve, quase imperceptível, mas eu vi.

Até que ela me viu. Eu olhava as coxas e quando levantei o rosto era tarde demais pra disfarçar - ela me olhava. Depois de dois segundos hesitando, surpreso, apenas mordi meu lábio inferior, olhando de volta pra ela. Mordi discretamente, mas o suficiente pra ela perceber. Ela olhou pra frente, disfarçando. Pouco depois, ela virou pra mim novamente. Eu suspirei e fiz cara de "uhhh".

Ela então me surpreendeu. Mordeu o lábio do mesmo jeito que eu tinha feito e passou uma mão lentamente entre as coxas, começando logo acima dos joelhos e subindo, se acariciando, até chegar na virilha e sair dali para um copo de água, tudo tão leve e discreto que ninguém sequer percebeu. Ela olhou para a apresentação com cara de tédio, mas continuou roçando as coxas uma na outra.

Me olhou com o canto do olho, como para ter certeza que eu ainda estava interessado.Ao perceber que sim, pegou o celular e numa habilidosa manobra me fez ver que o colocou para vibrar, sem que os outros vissem. Depois, fazendo questão eu eu percebesse, colocou-o entre as pernas, encostando no seu sexo, e cobriu com um caderno. Olhou pra mim de novo. Eu peguei meu celular e apontei pra ela, esperando uma confirmação. Ela fez que sim com a cabeça, bem de leve.

Sem acreditar no que estava acontecendo, liguei pra ela, com o telefone escondido no bolso. Foi surreal. Ela apertava mais as coxas e respirava mais rápido, espremendo uma caneta com os dedos e tentando se controlar. Abaixou a cabeça como se estivesse lendo alguma coisa, pra disfarçar. Tenho certeza que ela gozou ali, daquele jeito.

Ela respirou fundo, tirou o celular dali, bebeu água de seu copo. Depois, fazendo a maior cara de tédio infindável que ela conseguiu, levantou-se e foi ao banheiro. Quando voltou, apenas olhou pra mim de relance, piscou um olho e se sentou. Depois de uns minutos, escreveu algo no caderno e o virou pra mim.

Dizia "Thanks!".

Que coisa louca!!!



carpe diem

sábado, 30 de maio de 2009

Pouco mas bom

Depois de meses e mais meses a fio só se falando virtualmente, a vontade de se ver vinha crescendo dia a dia. A gente tinha ficado meio longe um tempo, depois foi voltando a se falar com mais freqüência. Cada papo delicioso. Nem sei por que, mas eu simplesmente gosto demais dessa figurinha. Ela faz parte do meu seleto rol de prediletas!

 

Finalmente, depois de várias tentativas e desencontros, ela resolveu vencer a distância física que nos separa e vir pra estas bandas. Decidiu ver seus dois casos paulistas (se bem que o termo é bem questionável). Ambos aqui ficamos super animados com a vinda dela – ela então estava empolgadíssima. E precisava mesmo, pra valer o perrengue da viagem.

 

Ela estava bem, animada, com a cara e a força de quem deu a volta por cima depois de vários momentos complicados. Adoro ver que ela está bem! Encontrei com ela no início da tarde e não ficamos nem 4 horas juntos. Foi pouco. Ela merecia mais, muito mais. Merecia ficar até o dia seguinte. Eu diria que nosso encontro foi básico – serviu pra matar um pouco da saudade. Mas, mesmo sendo básico e pouco, foi ótimo.

 

A sensualidade que ela transpira me deixa louco. Seu corpo delicado, sua cara de tesão, seu jeito quase ninfo são uma delícia. Seu sexo molhado, encharcado, desejoso, receptivo, pedia meu sexo. Meti muito, com vontade, com prazer. Meti sem frescuras, sem restrições. Gozei deliciosamente, com uma intensidade rara, numa explosão de êxtase. Mais gostoso ainda foi ela gozando na minha boca. Como chupei aquela xaninha deliciosa! Ela gemendo e retesando o corpo todo foi o máximo!

 

Ah, figurinha! Que delícia estar com você. Espero que não precisemos esperar tanto pra nos ver de novo.

 

Carpe Diem!

 

quinta-feira, 14 de maio de 2009

Bom almoço!

A vida tem coisas deliciosas. Uma das mais gostosas é a quebra de rotina com algo prazeroso. Esta semana, por exemplo, saí na hora do almoço e, em vez de almoçar, fui encontrar uma amiga. Na verdade almocei sim, comi minha amiga.
:p

Eu tinha uma brecha na agenda, estava louco de vontade, bateu a saudade e decidi ligar. Coisas da vida, deliciosa coincidência, maravilhosa sincronia: ele estava livre pro almoço! Como já a conheço de longa data, o papo foi sem rodeios.

- Estou de bobeira sim, por que?

- Bateu saudades, quero te comer.

- Hmmm, que delícia! Assim, agora já? De surpresa?

- Assim, agora, em uma hora te encontro num motel. Onde você quer ir?

- Aquele no Itaim tá legal. O que importa é você estar lá!

- Obaaa! Te vejo daqui a pouco.

E assim foi, uma hora e pouco depois, estava olhando nos olhos dela, a portas fechadas no tal motelzinho barato. Ela queria tirar a roupa sem mais rodeios, logo de cara. Eu segurei. Olhei bem praquele corpo lindo, seios volumosos se exibindo no decote da blusa. Apreciei os longos cabelos negros, presos num rabo de cavalo bem apertado.

Passei a mão na cintura dela e a agarrei. Beijei a boca, o pescoço, o decote. Ela suspirava e me chamava de safado. Percebeu o volume que aparecia na minha calça e trocou o adjetivo pra "tarado". Que nada, tarada era ela, que nem minha camisa abriu. Foi logo ajoelhando, abrindo minha calça e botando meu pau pra fora. Olhou pra mim com aquela cara de safada, que eu adoro, e me engoliu todo.

Nossa! Como eu estava com saudades daquele maravilhoso e incomparável boquete!!! Delirei! Tiramos a roupa rapidamente, me deitei e ela continuou o serviço, até me fazer gozar deliciosamente em sua boca. Wow! Fantástica.

Enquanto tomávamos uma ducha rápida, botamos um pouco do papo em dia e voltamos pra cama. Em pouco tempo estávamos de novo nos amassos. A boca dela me procurou até me deixar novamente pronto para a ação. Enquanto isso, eu a enlouquecia com minha mão no sexo molhado dela. Transamos deliciosamente, alternando posições loucamente. Gozamos deliciosamente também, enquanto o tempo nos permitiu.

Depois, exaustos (eu mais que ela, confesso), voltamos a nossos mundos ordinários. Voltamos à rotina diária. Voltamos ao que pareceria ser o mesmo mundo de sempre. Mas com um sorriso nos lábios!

Ah, deliciosas surpresas! Ah, fantástica sincronia!

Carpe diem – sempre!