segunda-feira, 22 de junho de 2009

Surpresa de domingo (ou o Grande Dragão preto e branco)

Depois da frustração de sábado à noite e domingo de manhã (devidamente confessada na CS), este domingão me reservou uma surpresa exclusivíssima. Aconteceu algo totalmente não planejado e inesperado. Estava eu já livre das obrigações domésticas quando decidi ir à academia. Malhar no domingo é bem chato, até porque as pessoas mais especiais (traduzindo: as gostosonas) nunca aparecem esse dia.

Mas aí é que vem o inesperado da coisa. Carro já estacionado e tudo, antes de entrar, encontro uma amiga que não via há bastante tempo. Amiga dessas que eu adoro (PA/XA). Acho que a gente nunca tinha se encontrado assim tão esporte, tão informal e sem produção. Demorou alguns segundos pra cair a ficha. Rolou aquele "oooooi, e aí?" meio tímido, beijinho no rosto bem de leve e um discreto olhar para os que nos cercavam. Eu perguntei baixinho "tá sozinha?" e ela respondeu "to sim! e você?". Eu sorri e abri os braços. Só faltou ela se atirar no meu colo, ficamos mais de um minuto num longo e gostoso abraço, daqueles bem apertados.

Depois olhei nos olhos dela e falei "saudades de você, saudades das nossas loucuras". Ela respondeu "eu também, principalmente agora que estou solteira... sinto falta!". Foi até engraçado. A gente ficou um tempão se olhando, como se cada um estivesse revendo suas memórias de nossos encontros e pensando no que diria a seguir. Quando nossos sorrisos começaram a aparecer, assim no canto da boca, ainda um pouco inseguros, eu perguntei "quer? to livre agora".

Ela fez algo que eu simplesmente adoro. Me olhou com um olhar de desejo, mordeu o lábio inferior (daquele jeito sensual e provocante), me pegou pela mão e me levou para o carro dela. Só falou baixinho "te quero lá em casa, mas tem que ser rápido". Alguém aí acha que eu reclamei? Claro que não! Pena ter que ser rápido, mas o inusitado da situação já valeu!

Como ela mora pertinho da academia, em poucos minutos estávamos no apê dela em deliciosos amassos. Seus finos lábios num sorriso quase constante iluminavam seu rosto. Seus longos e lisos cabelos louros emolduravam seu rosto radiante. Estávamos os dois inebriados com aquela surpresa. Parecia a realização instantânea de um desejo que era comum aos dois. Ela usava uma blusinha branca por cima de um top preto. Quando comecei a desabotoar, ela pediu para esperar, pois tinha uma surpresa. Fechei os olhos e quando abri ela tinha tirado o top e colocado a blusa de novo, mas estava aberta - deixando ver a curva de seus deliciosos seios. Ela fez uma cara de quem aprontou, ficou em pé na minha frente e disse "estou fazendo uma tatuagem nova". Disse que ainda não estava pronta, faltava colorir, mas o traçado já estava todo lá. Perguntei onde. Ela disse "nas costas. Inteiras!"

Ela virou de costas, suspendeu o cabelo num coque improvisado e aos poucos foi abaixando a blusa, despindo os ombros primeiro, em seguida as omoplatas e o meio das costas. Fiquei boquiaberto com o gigantesco dragão que ia se descortinando na minha frente. Ela continuou abaixando a blusa até deixá-la cair no chão. A cauda do dragão continuava descendo e se escondia na calça. Eu disse imediatamente "quero ver onde termina!!!" Sem se virar, só olhando com o rabo do olho e sorrindo (ah esse sorriso!) começou a abaixar a calça. O dragão terminava no meio da nádega direita, mal coberta pela calcinha cavada que ela vestia. Fantástico! Ainda boquiaberto, fiz um "wow" longo, babando. O corpão dela continua malhado, talvez um pouco mais definido que antes. Inteirassa, linda, nua.

Em cinco segundos minha roupa estava no chão e eu beijava o pescoço dela, os seios, a boca. Ela disse "hoje você não vai poder arranhar minhas costas!" e continuou me beijando. Lembrei das loucuras que já rolaram com ela, incluindo o dia em que ela ficou com as costas vermelhas e inchadas de tão arranhadas... como ela tinha gostado daquilo! Fomos para a cama e fizemos um delicioso 69, ela por cima. Sem se virar, ela simplesmente escorregou a bunda pelo meu corpo e se levantou somente o necessário para encaixar meu sexo nela. Como essa mulher cavalga bem!
Depois virou pra frente e ficou agachada, oferecendo os peitos gostosos. Ajoelhou e abaixou pra me beijar. Eu estava tão louco de tesão que tinha que fazer um esforço absurdo para não gozar tão cedo.

Depois ela pediu "me come de quatro". Cacete! Como isso me deixa louco! Um pedido desses, feito por uma mulher como ela, num momento assim... Era mais do que eu podia ter pedido, mais do que teria imaginado! Depois de meter um bocado apreciando aquele dragão maravilhoso, deitei ela de frente pra mim, pra poder beijar a boca e os seios. Finalmente me ajoelhei, encaixando perfeitamente a bunda dela em mim, meu sexo entrando fundo nela, as pernas abertas para cima, meus dedos brincando no grelinho dela. Foi assim que ela gozou. Não aguentei ficar ouvindo os gemidos deliciosos e seu corpo se contorcendo de prazer e gozei também.
Que fantástico!!! Que mulher gostosa! Quanto prazer de uma só vez!

Duas horas depois, eu estava de volta à entrada da academia, me despedindo dela. Fui embora e ela foi malhar. Eu simplesmente não conseguia acreditar que aquilo tudo tinha acontecido.
Quando entrei no carro, fiquei uns minutos sentado, de olhos fechados, com o corpo ainda sentido a pele dela, ainda relaxado depois de ter me deliciado daquela maneira indecente. Ainda ouvindo o eco da despedida dela, dizendo "Tchau, gostoso. Adorei!", ainda vendo o sorriso luminoso dela na minha frente.

Aos poucos voltei à realidade, e fui pra casa. Espero que chegue o dia em que poderemos ficar juntos uma noite inteira! E que fique bem claro: faço questão de ver o dragão quando ficar pronto!

Carpe diem!




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