Amanhecer
Ruas vazias, céu ainda escuro. O horizonte delata as intenções do sol de aparecer novamente por este lado da Terra. Clareia aos poucos, a madrugada cede espaço a um novo dia. Mesmo a essa hora, nas avenidas e na estrada carros circulam apressados. Mas a paisagem rouba a cena. Um degradê toma o céu, variando do mais escuro lá no alto, até uma vermelhidão crescente no nascente. Aqui e ali alguma estrela ainda insiste em brilhar, enfrentando corajosamente a claridade que se aproxima.
Novamente a estrada é minha. É meu chão, meu pedaço de mundo. Novamente, como no mês passado, estou indo ao encontro de alguém especial. Mesmo não sendo a primeira vez com ela, uma excitação toma conta de mim desde a véspera. A saudade tempera o clima que vai se formando.
Finalmente, depois de curta viagem, o esperado encontro. Sorrisos profusos, abraço apertado, palavras de carinho, beijo gostoso. Bom rever... visual lindo, cheiro gostoso, simpatia, sedução – tudo de bom! Amenidades na conversa e destino ao hotel.
Mas foi no quarto que veio a sensação mais gostosa. Realização, simples alegria de estar ali, tesão, desejo. Ali os abraços foram mais apertados, os beijos mais famintos, os olhares mais safados. Ali demos lugar às carícias, aos apertos, aos sorrisos sem-vergonha.
A vida é feita desses momentos. Dos mais simples também, mas principalmente desses.
No meio dos amassos, nos atiramos na cama. O tesão foi roubando a cena, como o sol que conquista o dia. Dei liberdade a minha boca para que beijasse à vontade. Beijei a boca dela, o rosto, o queixo, o pescoço. Uma por uma, as roupas foram caindo, enquanto eu apreciava cada pedaço do corpo dela que aparecia. Em pouco tempo estávamos nus. Pele roçando com pele, curtindo cada toque, dos pés à cabeça.
Minha boca voltou a beijar, avidamente percorrendo as lindas curvas dela – só que agora sem empecilhos no caminho. Pele, pele e mais pele. Pescoço, ombros, braços, peitos (hummmm, peitos!), barriga, umbigo, virilha... Coxas, virilha... Sexo.
Sexo. Poucas coisas são tão gostosas quanto uma boceta molhada, cheia de desejo (nutella talvez). Me deliciei ali. Lambi e chupei o quanto quis. Bebi do mel que ela me oferecia, me deleitando. Até que meu membro falou mais alto. Ele já estava duro, cheio de vontade de meter.
Antes, porém, ela me deitou, beijou minha boca com desejo, sentindo o próprio gosto, segurou meu sexo com a mão, apertando, e deu liberdade à boca dela. Primeiro me beijou, rodeando o mastro que ela agarrava. Foi chegando perto aos poucos, até cair de boca nele. Que delícia!!!!!!!!!!!!
As mãos dela jogavam junto com a boca em movimentos enlouquecedores, me tirando do mundo e me levando para um lugar só de prazer. No meio do meu delírio, inverti posições e, com ela deitada diante de mim, de pernas maravilhosamente abertas, comecei a provocar. Rocei meu membro no grelo dela, fiquei na pontinha, fingi que ia entrar e saí – só provocando. Ela me acusou (infundadamente) de ser malvado. Trocamos sorrisos safados e entrei nela de uma vez. Tradicionais movimentos de vai e vem, ainda ajoelhado ne frente dela, passando as mãos por todos os lados, apreciando o visual. Depois deitei em cima dela, me afundando em seu pescoço, metendo com mais força.
Me deleitei com cada movimento, com cada suspiro dela, com cada sensação, com cada gemido. Tesão total. Puro desejo. Ela virou de costas, empinando sua maravilhosa bunda e meti de novo. E muito. Depois de quatro, então ela em cima de mim, e finalmente ela sentada de costas.
Ela parou tudo e me pediu para deitar na beira da cama com os pés no chão. Eu sorri, sem vergonha. Sabia o que vinha. A famosa rebolada. Nosssssssaaaaaaa!!!

Amanhecer de muito prazer. Amanhecer de matar saudades, de trepar e de gozar. De curtir nutella juntos, de sorrir. Quando saimos do lugar – os dois com compromissos marcados no mundo exterior – o sol brilhava naquela agradável manhã de domingo. Deixei-a no local combinado e nos despedimos, sorrindo.
Há quem pergunte: acordar às cinco da manhã, depois de uma noite mal dormida, atravessar quilômetros e quilômetros, arriscar... Vale a pena? Com certeza respondo: vale! Claro que vale!
Na volta, paro num café. Dos bons. Peço um croissant e um capuccino. Ligo meu notebook e deixo rolar palavras que fluem pelo teclado até a telinha branca. Chega um pequeno prato com um grande croissant. Um delicioso aroma invade minhas narinas, inundando meu ser. Interrompo o que escrevia para relatar este momento único. Componentes de uma experiência: o cheiro, o visual, a textura, a consistência... e o gosto. Chega o capuccino para se juntar ao evento.
Delícia.
Enquanto reflito sobre minha fantástica manhã, penso em como encaro a vida atualmente. Resumindo, é o seguinte: ignoro as falhas e aprecio o que é bom. Se a bunda é mais bonita que os seios, em vez de criticar estes, olho a bunda. Se há uma estria, ignoro; se há uma imperfeição, olho as partes perfeitas. Busco a beleza onde quer que ela esteja e é nela que eu foco. Se o croissant é meio massudo, foco no cheiro, misturo café, busco a melhor maneira de apreciar, tirando o maior proveito possível.
Lembra a história da taça meio vazia ou meio cheia? Pois é, não posso dizer que minha taça esteja sempre meio cheia. Afinal, às vezes ela está totalmente cheia!
Carpe diem!
Ruas vazias, céu ainda escuro. O horizonte delata as intenções do sol de aparecer novamente por este lado da Terra. Clareia aos poucos, a madrugada cede espaço a um novo dia. Mesmo a essa hora, nas avenidas e na estrada carros circulam apressados. Mas a paisagem rouba a cena. Um degradê toma o céu, variando do mais escuro lá no alto, até uma vermelhidão crescente no nascente. Aqui e ali alguma estrela ainda insiste em brilhar, enfrentando corajosamente a claridade que se aproxima.
Novamente a estrada é minha. É meu chão, meu pedaço de mundo. Novamente, como no mês passado, estou indo ao encontro de alguém especial. Mesmo não sendo a primeira vez com ela, uma excitação toma conta de mim desde a véspera. A saudade tempera o clima que vai se formando.
Finalmente, depois de curta viagem, o esperado encontro. Sorrisos profusos, abraço apertado, palavras de carinho, beijo gostoso. Bom rever... visual lindo, cheiro gostoso, simpatia, sedução – tudo de bom! Amenidades na conversa e destino ao hotel.
Mas foi no quarto que veio a sensação mais gostosa. Realização, simples alegria de estar ali, tesão, desejo. Ali os abraços foram mais apertados, os beijos mais famintos, os olhares mais safados. Ali demos lugar às carícias, aos apertos, aos sorrisos sem-vergonha.
A vida é feita desses momentos. Dos mais simples também, mas principalmente desses.
No meio dos amassos, nos atiramos na cama. O tesão foi roubando a cena, como o sol que conquista o dia. Dei liberdade a minha boca para que beijasse à vontade. Beijei a boca dela, o rosto, o queixo, o pescoço. Uma por uma, as roupas foram caindo, enquanto eu apreciava cada pedaço do corpo dela que aparecia. Em pouco tempo estávamos nus. Pele roçando com pele, curtindo cada toque, dos pés à cabeça.
Minha boca voltou a beijar, avidamente percorrendo as lindas curvas dela – só que agora sem empecilhos no caminho. Pele, pele e mais pele. Pescoço, ombros, braços, peitos (hummmm, peitos!), barriga, umbigo, virilha... Coxas, virilha... Sexo.
Sexo. Poucas coisas são tão gostosas quanto uma boceta molhada, cheia de desejo (nutella talvez). Me deliciei ali. Lambi e chupei o quanto quis. Bebi do mel que ela me oferecia, me deleitando. Até que meu membro falou mais alto. Ele já estava duro, cheio de vontade de meter.
Antes, porém, ela me deitou, beijou minha boca com desejo, sentindo o próprio gosto, segurou meu sexo com a mão, apertando, e deu liberdade à boca dela. Primeiro me beijou, rodeando o mastro que ela agarrava. Foi chegando perto aos poucos, até cair de boca nele. Que delícia!!!!!!!!!!!!
As mãos dela jogavam junto com a boca em movimentos enlouquecedores, me tirando do mundo e me levando para um lugar só de prazer. No meio do meu delírio, inverti posições e, com ela deitada diante de mim, de pernas maravilhosamente abertas, comecei a provocar. Rocei meu membro no grelo dela, fiquei na pontinha, fingi que ia entrar e saí – só provocando. Ela me acusou (infundadamente) de ser malvado. Trocamos sorrisos safados e entrei nela de uma vez. Tradicionais movimentos de vai e vem, ainda ajoelhado ne frente dela, passando as mãos por todos os lados, apreciando o visual. Depois deitei em cima dela, me afundando em seu pescoço, metendo com mais força.
Me deleitei com cada movimento, com cada suspiro dela, com cada sensação, com cada gemido. Tesão total. Puro desejo. Ela virou de costas, empinando sua maravilhosa bunda e meti de novo. E muito. Depois de quatro, então ela em cima de mim, e finalmente ela sentada de costas.
Ela parou tudo e me pediu para deitar na beira da cama com os pés no chão. Eu sorri, sem vergonha. Sabia o que vinha. A famosa rebolada. Nosssssssaaaaaaa!!!
Amanhecer de muito prazer. Amanhecer de matar saudades, de trepar e de gozar. De curtir nutella juntos, de sorrir. Quando saimos do lugar – os dois com compromissos marcados no mundo exterior – o sol brilhava naquela agradável manhã de domingo. Deixei-a no local combinado e nos despedimos, sorrindo.
Há quem pergunte: acordar às cinco da manhã, depois de uma noite mal dormida, atravessar quilômetros e quilômetros, arriscar... Vale a pena? Com certeza respondo: vale! Claro que vale!
Na volta, paro num café. Dos bons. Peço um croissant e um capuccino. Ligo meu notebook e deixo rolar palavras que fluem pelo teclado até a telinha branca. Chega um pequeno prato com um grande croissant. Um delicioso aroma invade minhas narinas, inundando meu ser. Interrompo o que escrevia para relatar este momento único. Componentes de uma experiência: o cheiro, o visual, a textura, a consistência... e o gosto. Chega o capuccino para se juntar ao evento.
Delícia.
Enquanto reflito sobre minha fantástica manhã, penso em como encaro a vida atualmente. Resumindo, é o seguinte: ignoro as falhas e aprecio o que é bom. Se a bunda é mais bonita que os seios, em vez de criticar estes, olho a bunda. Se há uma estria, ignoro; se há uma imperfeição, olho as partes perfeitas. Busco a beleza onde quer que ela esteja e é nela que eu foco. Se o croissant é meio massudo, foco no cheiro, misturo café, busco a melhor maneira de apreciar, tirando o maior proveito possível.
Lembra a história da taça meio vazia ou meio cheia? Pois é, não posso dizer que minha taça esteja sempre meio cheia. Afinal, às vezes ela está totalmente cheia!
Carpe diem!
Um comentário:
oi dino,ual vaia vaia..rsrs(expressao española)
sabe,sou a "Cat",gostei das suas postagens..bastante inspiradoras...
estao bem produzidas,parabens,naoli todas ainda,mas vou ler.rsrs bjs!
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